18 abril 2013

The Mentalist / Red Letter Day

Review: S05E19

Confesso: o ponto alto deste episódio não tem nada a ver com o caso. Aliás, pela primeira vez – creio eu – achei o caso bem fraquinho e desinteressante. Salvo, como sempre, os divertidos e hilários “truques” do mentalista para revelar o culpado, assim como as relações humanas. Finalmente o agente Risgby criou coragem de se declarar a Van Pelt, mas como ao levar um balde água fria, viu que a moçoila já tem novo pretendente no pedaço.

Um idoso dono de uma pequena e pacata cidade, fora morto. A renda do lugar era fruto da atração turística devido à shows do estilo faroeste. Em meio à suspeitas de fraude, intrigas e ganâncias, revelou-se que o filho do idoso o matara devido ao fato de ter se apaixonado pela irmã – por parte de pai e fruto de uma traição – embora, quando do ato de se apaixonar, de nada soubesse.

Contudo, engana-se quem pensa que o episódio em nada avançou acerca do tema central. Aqui, o pária agente da segurança nacional, Bob Kirkland dá as caras. Primeiro, jogando verde para colher maduro, segundo palavras da própria Lisbon, intencionando saber até onde Patrick Jane havia feito novas descobertas sobre Red John. E segundo, ele invade o “esconderijo” do mentalista – melhor dizendo: manda seus capangas – e se apodera das vastas informações dispostas em um mural…

Bem, mais uma vez, como de praxe, Red John e discípulos vão ficar um passo a frente de Jane e a equipe do CBI? Ou dessa vez será diferente? Bem, o riso extasiante do consultor ao ver que seu esconderijo fora “violado” não deixa dúvidas, aí tem…

Acredita-se, e há uma centelha de esperança que, desta vez, esteja-se mais perto de revelar, enfim, a tão esperada resposta para a pergunta que insiste em não calar: Quem é Red John? Próximo a reta final, espera-se que a série mantenha o pique elevado que tem demonstrado ao decorrer da atual temporada e que, dessa vez, não frustre as expectativas dos fãs. Até lá, quem arriscaria algum palpite?

O que Jane estará aprontando dessa vez? E Kirkland?

Não percam as cenas dos próximos capítulos…

E que por Deus, não tenha outro maldito hiatus.

E vocês que acharam? Curtiram? Críticas? Sugestões?

08 abril 2013

Grimm / One Angry Fuchsbau

Review: S02E17

Num cenário a la Lei e Ordem e franquias, vê-se um advogado, um Wesen Ziegevolk, que seria o sonho de toda a bandidagem… Devido a sua habilidade em, literalmente, hipnotizar o júri, de forma a liberar a barra de seu cliente, independentemente do que digam ou não as provas. Para isso, basta comer uns sapos como aperitivos, e potencializar o feromônio…

Explica-se: É mostrado, seis meses atrás, um crime, no qual um Wesen esquentadinho, mata a esposa – também uma Wesen – fria e calculadamente, somente porque não teve a sua vontade, de vê-la num vestido preto, atendida. Atualmente, ocorre o julgamento de tal crime e, Kellog – o advogado sucrilhos, hehe – usa de sua singular habilidade de modo a modificar os testemunhos e a intenção de voto do júri. Tudo para inocentar Donald Nidaria o Wesen assassino.

Monroe, mais uma vez, teve seu destaque salvando a pátria, uma vez que foi ele o primeiro a suspeitar de algo errado – ao ter acompanhado Rosalee que era membro do júri – e assim chamar a atenção de Nick e Hank. E mais uma vez, o trabalho em equipe fez a diferença neste caso, incluindo-se aqui, Bud, aquele Wesen-castor que já havia ajudado ao Grimm certa vez. A equipe precisava conseguir o suor de Kellog, de modo que Rosalee fizesse uma poção mágica; a qual funcionaria como um antídoto, inabilitando seu feromônio.

Para tanto, um de seus sapos, deveria ser injetado com a poção, antes de tornar-se a refeição deveras nojenta do Ziegevolk. Bem, como não poderia deixar de ter um contratempo, tinham dois sapos, para apenas uma poção… Ao acaso, Monroe escolhera um. E por um triz, não fora pego, quando o sapo caso escapa enquanto Nick e Hank distraem o advogado. No entanto, numa solução meio clichê, na hora H, o sapo escolhido era o certo e Kellog surpreende-se ao ver seu cliente Nidaria condenado.

Na comemoração da equipe, ele chega de surpresa como cliente da loja da Rosalee e ao vê-la tenta atacá-la, no que é impedido por Monroe; para em seguida, ser preso por Nick, por agressão. Na cadeia, numa forma de justiça poética, ele tem seu fim merecido, deixando-se subentendido que seu cliente esquentadinho, iria fazer “justiça” com as próprias mãos.

Porém, engana-se quem pensa que One Angry Fuchsbau foi apenas mais um episódio procedural. O caso da semana, mesclou-se com algumas revelações importantes. O capitão Renard revelou a Nick e Hank sobre o espião que ele, a la James Bond, impedira de explodir uma bomba, num café, no episódio passado. Advertindo-os, que se tratara de um espião do Verrat e de que ambos devem tomar todo o cuidado. E Nick revela: acreditar, ele até acredita no capitão, mas, não necessariamente lhe tem confiança.

Juliette, vai até o trailer de tia Marie acompanhada de Monroe, e lá lembra – embora sejam lembranças ainda um pouco confusas – de Nick consultando os livros, dela já ter estado lá antes… Enquanto Monroe tenta convencer de que os livros e estranhos objetos ali presentes, seriam meros itens de colecionador. Todavía, a moça começa a ver diversos Nicks falando ao mesmo tempo e, ao que tudo indica, isto está por deixá-la a beira de um ataque de nervos.

Ela inclusive, chega a chamar aquela senhora mostrada antes no episódio, La LLorona, cuja revelação é que Juliette está entre dois mundos, o da obscuridade e a luz, e que tudo pelo que passa, pode tão somente ser o início de uma longa viagem… Além disso, temos uma breve, porém intrigante aparição da loira bitch, Adalind, conversando com Eric, o irmão do capitão e é aí que surgem as dúvidas. Eric até revela, meio por cima, pretender revelar a verdade acerca de Renard ao Grimm, mas suscita algo misterioso sobre Adalind e, a moça sai pela tangente, dizendo estar radiante por estar em sua companhia.

Será pela gravidez – já confirmada – da loira e do capitão, ou será, conforme minha aposta, que de alguma forma a bitch estaria recuperando seus poderes? Qual será o “segredo” revelador acerca de Renard? E, Juliette conseguirá se lembrar de tudo sem sucumbir à loucura? Esperemos  os próximos episódios a fim de obter as respostas. E que Grimm siga sempre assim, cada vez melhor e, aliando magistralmente o procedural com temas chaves da trama central!

Gostaram? Curtiram? Comentários? Sugestões?

05 abril 2013

Supernatural / Taxi Driver

Review: S08E19

Nossa, que episódio show esse! Envolvente, emocionante e surpreendente, o que nos faz passar raiva só de saber que vem por aí, mais um maldito helliatus. Mas falemos de coisas boas. Tivemos a grata surpresa do retorno de um velho e tão querido personagem como Bobby Singer, além da revelação de mais um dos testes de Deus, necessários de serem cumpridos para que se possa fechar de vez os portões do inferno.

Inicialmente, vemos um Kevin Tran estressado, ouvindo uma voz ameaçadora e tendo fortes ilusões de estar sendo seriamente machucado. Uma forma ímpar e singular de tortura, afinal de contas, toda dor e sofrimento estão dentro de sua mente. Porém, o garoto profeta insiste em que tal se deve a Crowley ter acesso de alguma forma a sua mente e, assim, colocar em risco todas as revelações descobertas de sua metade da tábua.

Dean, de pronto descarta a hipótese de Crowley ter acesso à mente do profeta e acaba sabendo da segunda tarefa hercúlea a ser cumprida por Sam. Trata-se de resgatar uma alma inocente do Inferno e alçá-la ao céu. Naturalmente, nada incomum ou impossível para os Winchester, considerando-se toda a saga deles até aqui. Dispostos a encontrar a passagem para os planos inferiores, os protagonistas apelam para consultar um demon da encruzilhada. Cabe destacar o lado irônico de Dean, hilário como sempre, perguntando cadê as demons gostosas.

É quando ficam sabendo que alguns ceifeiros agem como coiotes, contrabandeando pessoas e almas para o inferno. Os protagonistas falam com Ajay, o mesmo ceifeiro responsável por ter levado a alma de Bobby ao inferno. Ele faz um tratado com os irmãos e meio a contragosto de Dean, dá a “passagem” a Sam, sem revelar, no entanto, que antes, iram passear pelo purgatório. Lá, Ajay ensina Sam como adentrar o hell pela porta dos fundos e lhe dá 24 h para completar sua missão.

Lá, ele reencontra Bobby e, após ser recepcionado com um belo dum soco; ele explica sua motivação e ambos tratam de sair dali. Pobre Bobby, sua tortura consistia em ver diversos Dean e Sam, todos com olhos pretos. Ainda antes da fuga, ele vê uma duplicata do caçula Winchester e, numa probabilidade de 50% acaba acertando o falso Sam. É sempre emocionante ver o carinho de Bobby, um personagem  tão querido e saudoso, com os meninos. E no purgatório, ele se depara com uma surpreendente revelação, os garotos andaram por caminhos um tanto quanto tortuosos, logo após sua partida.

Contudo, Crowley não dorme no ponto, e o tempo todo tinha seus lacaios vigiando os passos dos Winchester. Ele arranca a informação desejada de Ajay e o mata. Além disso, pode-se ver ele cobrando de outra de seus lacaios, maior eficácia, pois os protagonistas ao que tudo indica, estão um passo a frente dele e, Kevin tem a parte realmente importante da tábua. Por outro lado, Dean se impacienta com o nervosismo de Kevin e com o fato dele ter escondido sabe-se lá aonde, a tábua e, como senão bastasse, Naomi lhe aparece pedindo-lhe confiança e que trabalhem junto. Ela revela a Dean que Sam chegara ao inferno passando pelo purgatório, deixando-o ainda mais apreensivo.

E aí, numa tremenda volta dos que não foram… ressurge Benny, o vampiro camarada. E não que até que ele era mesmo? Depois de tempos sem interagir com o amigo vampiro, Dean o procura e lhe pede um baita favor. Que Benny retorne ao Purgatório, a fim de ajudar Sam a sair de lá. Nota-se que o vampiro sente-se deslocado, não pertencendo àquele mundo, e ele dá a entender que lá, seria realmente seu lugar. Como quem está apenas a topar um desafio, ele topa o favor e numa cena ao mesmo tempo tensa e emocionante, vemos a despedida entre amigos e o sacrifício de Benny para salvar a Sam. Desconfiava deste personagem a priori, mas aqui ficou óbvio que ele realmente era camarada e um fiel amigo de Dean.

Benny chega bem na hora H, para ajudar Sam e Bobby – apesar da decepção desse com o novo tipo de amigo de Dean – e, após mostrar a passagem de volta a Sam, novamente demonstra estar disposto a ficar no purgatório; pedindo apenas ao Winchester que transmita seu adeus a Dean. Após isso, temos o momento clímax, no qual por pouco, Sam não consegue completar o teste, alçando a alma de Bobby ao céu. Crowley aparece tentando impedir, entretanto, Naomi também reaparece e, troca de animosidades à parte, dá cabo dele; permitindo assim que o segundo teste seja cumprido à risca. Naturalmente, ela quer ganhar a confiança de Dean a todo custo, permanecendo como alguém nada confiável.

Sam começa a sentir-se mal, embora insista em dizer a Dean que está tudo bem. Sem perder mais tempo, Crowley chega até o esconderijo de Kevin, informando-o ter matado sua mãe de modo a descobrir seu paradeiro. Além disso, leva-o com ele, sabe-se lá para qual lugar…

Preocupado com Kevin, Dean volta ao esconderijo, apenas para constatar que o profeta não estava mais lá. Infelizmente, talvez por toda a emoção que passara até ali – o sacrifício do amigo, salvar a alma de Bobby, Sam sentindo-se mal… – não consegue associar que algo esteja errado… Dean está certo de que Kevin, estressado e em vias de loucura, tenha fugido…

E assim, com algumas respostas e outras indagações, como: Quais os planos de Naomi com sua nova ofensiva; Qual o paradeiro de Castiel e onde ele escondeu a tábua dos anjos; O que Crowley fará a Kevin?; ficamos no gostinho de quero mais, tendo que aturar, mais uma vez, o maldito hiatus! Perto do fim de temporada, teremos de aguardar até 24 de abril, para conhecer o desfecho dessa trama. Até lá, haja ansiedade!

E vocês curtiram? Gostaram? Comentários?  Críticas? Sugestões?

02 abril 2013

The Vampire Diaries / American Gothic

Review: S04E18

Confesso que o episódio deixa-me um pouco confusa quanto a como classificá-lo. Primeiro, porque esperava bem mais para um tão anunciado embate Elena Vs Katherine e, segundo, porque mais uma vez enrolou-se naquele chatérrimo plot da cura, em vez de ir logo aos finalmentes com a tão proclamada "devastação" por parte de Silas.

 Nesse aspecto, fantástico e assombroso a dimensão de seu poder... Não só ele manipula a mente de suas vítimas, fazendo-as enxergar o que lhe for conveniente, como a penetra tão profundamente, levando as vítimas ao pior tipo de tortura; uma espécie de ilusão realística tão forte, que a própria vítima se imagina passando por um grave aperto. Aqui demonstrado pelo desespero de Klaus ao acreditar piamente que pedaços do carvalho branco estavam alojados em seu corpo, matando-o aos poucos e, por isso mesmo, ele pediu ajuda a Caroline.

Outro destaque - e esse, particularmente adorei - foi o retorno do Elijah o qual, para surpresa e agrado de alguns, estaria tendo um affair com a famosa vampiranha. Naturalmente que se tratando de Katherine, havia ali, escondido, algum outro interesse, que, neste caso, era que o refinado e charmoso original fosse uma espécie de mediador perante Klaus, negociando a liberdade da fugitiva em troca da cura.
Outros destaques: a interação entre os Salvatore e o desespero de Rebekah em tomar a cura e tornar-se humana, como se tal fosse a solução para o que ela tanto procura. É comovente, quando ela, pensando ter a cura em mãos, enche-se de esperança, apenas para constatar o óbvio, ainda é uma vampira.

 E aqui cabe um aparte... Critico sim, e sendo o foco, tornou o episódio chatinho, esse negócio de cura. Sempre detestei esse plot, independente de ser um que exista também nos livros em que se baseia a série... Cura para vampirismo, como se falássemos de uma gripe, dor de cabeça, azia, ou qualquer outro mal que seja sanado ao se tomar um comprimido ou outro remédio qualquer? Totalmente ridículo, para dizer o mínimo!

 E a Bonnie? Acabou de sair de um transe, descobrir a morte de Jeremy e que Silas conseguira êxito na primeira parte de seus planos, e se desperdiça, próximo a fim de temporada, um episódio sobre a tal cura e os Salvatore insistindo em dar uma de babá da Elena? Bem, aqui, talvez eu seja do contra, mas, mais uma vez, Elena sem humanidade divou, dando um ultimato aos brothers - que chegam a ser irritantes, inclusive o Damon, p/ que não me acusem de falar apenas do Stefan - para que parem em insistir que ela tome a cura ou caso contrário eles terão de arcar com as consequências. E, mais uma vez, demonstrando afinidade  com o estilo vampiresco Damon de ser, a moça mata a sangue frio uma garçonete e segue seu caminho.

Antes que me esqueça, apesar de não ser shipper Klaus e Caroline, tenho de admitir, curti a cena entre eles. Gosto quando Caroline se impõe e diz umas verdades, as quais Klaus merece ouvir, mas poucos têm coragem de lhe dizer. Lição sobre confiança, amizade e consideração. Aliás, só a fofa da Caroline para dar uma amolecida naquele duro coração do Klaus, e não é que ele tem mesmo um?
Ah, sim! Katherine demonstra realmente sentir algo por Elijah - será? -  e para ganhar sua confiança lhe entrega a cura. Rebekah após avacalhar o irmão pelo seu interesse na vampiranha, implora pela cura, já que pretende ela mesma, escolher como viver e não conforme os planos dos irmãos. Contudo, Elijah se faz de surdo ao pedido e diz a Klaus que irá conversar com ele, ao chegar em Mystic Falls.

 No mais, no aguardo de que os próximos episódios, Silas venha com tudo e Mystic Falls e seus habitantes tenham de "rebolar" para dar conta  do recado. E vocês curtiram? Comentários? Críticas?    

01 abril 2013

Grimm / Nameless

Review: S02E16

Mortes online que igualmente ocorrem na vida real…, este tema é familiar, fora abordado em Supernatural, porém, não com a maestria com a qual abordou-se em Nameless, em Grimm. Com direito a mensagens para os detetives decifrarem, o que rendeu uma comparação com o famoso assassino do Zodíaco, e quebra-cabeças lógicos e anagramas a desvendar, lembrando um pouco também, o personagem Langdon e o famoso Código Da Vinci.

Além disso, foi apresentando um assustador novo Wesen – misto de Hulk com Wolverine – cujas garras soltavam uma substância ácida que  repartia suas vítimas ao meio. Aliás, nesse episódio o Wu, enfim, teve alguma serventia, sendo um profundo conhecedor do universo dos viciados em jogos online, decifrando as mensagens e resolvendo os quebra-cabeças lógicos. Assim, acabou ajudando Nick e Hank a matarem a charada: o Wesen assassino fora quem criou um tal código para que o jogo Back Florest 2 permitisse um maior número de jogadores, no mesmo local, ao mesmo tempo. Contudo, seus louros estavam sendo colhidos por Jenna e equipe.

De outro lado, temos Juliette tendo suas visões com Nick e, pelo menos, percebendo que tal se deve a algum segredo sobre ele, que ela necessita saber. A moça pede ajuda a Monroe e Rosalee e o primeiro se sente meio acuado, com receio de dizer algo que não deve, ou algo que possa chatear a Nick. Porém, demonstrando mais firmeza e decisão, do que nunca antes, Juliette dá um ultimato, ou a ajudam a se lembrar tudo acerca de Nick, ou ela o esquecerá de vez.

E como não destacar o charmoso capitão Renard? Talvez tenha perdido sua dubiedade – ou não? – mas permanece envolto em mistério. Estaria armando um complô contra o próprio irmão e as famílias reais? Por falar nisso, bem elaborada e complexa vem se mostrando a mitologia de Grimm. Grupos ocultos de poder, guerra de ideologias políticas… No mínimo, se pode dizer que os roteiristas estão de parabéns, muita imaginação e um bom jeito de saber conduzir a história. Ao menos até agora e, faço votos de que continue sempre assim.

E ainda para destacar o capitão, que rapidez e astúcia para perceber o cara que estava seguindo seu contato e a mala com uma bomba. Rapidinho ele tirou a mala com a bomba de café onde se encontravam, como também ainda conseguiu dar cabo do espião, o qual provavelmente deveria estar a serviço de seu irmão. Bom sinal, de que a aliança Renard e Nick vai dar muito o que falar ainda.

E no fim, temos o Wesen – não tão mais assustador, mas lunático, sem dúvida – sendo surpreendido ao tentar atacar Jenna, porém, acabou apelando ao clichê – mas nem isso prejudica o episódio fodástico – de se matar. E Monroe revela ao protagonista e amigo sobre o ultimato de Juliette.

Só para nos dar o gostinho, vê-se um pouco do que está por vir… Dando-nos o sinal de que as coisas vão esquentar, tanto na vida pessoal de Nick, quanto no desenrolar da trama central da série. Haja ansiedade para aguardar o próximo episódio…

  • Hahah, ri muito quando Hank perguntou: Só eu acho que o responsável pode ser um Wesen?;
  • Bem, inegável que dessa vez, o policial Wu foi mais que um figurante de “luxo”;
  • Muito bem bolada e complexa a mitologia que vem se formando, rs, daqui a pouco terei que rever desde a primeira temporada para me inteirar…(muita coisa já esqueci);
  • Aff, perdão pelo desabafo, mas só eu queria que Nick tivesse dito a Monroe, para não revelar toda a verdade a Juliette e deixá-la ir de vez? Seria tão melhor! Poderíamos nos livrar de vez, da chatonilda da noiva cone…. Seria perfeito!
  • Roteiristas de SPN que me perdoem, mas os de Grimm souberam explorar melhor o universo online e rpg com mortes sobrenaturais, deixaram o de SPN no chinelo!

Supernatural / Freaks and Geeks

Review: S08E18

Uma outra maneira de caçar é possível? Como seria conciliar uma vida razoavelmente normal com a missão de lutar contra o mal? Num excelente e envolvente filler, temos a volta da personagem Krissy – uma versão adolescente e menina do estilo Dean de ser – e um caçador que não hesita na falta de escrúpulos e de bom senso de modo a atingir seus objetivos escusos.

Trata-se de Victor, um caçador, que como quem vende a alma ao diabo, trabalha, na surdina, aliado a um vampiro visando criar uma nova geração de caçadores mais potentes e eficazes. Para tanto, ele manipula três jovens, dentre eles, Krissy; para matarem vampiros recém-criados, fazendo-os crer que eles teriam culpa na morte de membros de sua família. Em outras palavras, criando nos jovens uma sede de vingança que os levaria a pegar gosto por matança e vontade incontrolável de caçar.

Logicamente, os Winchester percebem que há algo de errado e vão averiguar. Sam fica encarregado de observar e vigiar qual é a do Victor e Dean vai interrogar uma moça que fora amarrada por um dos vampiros. É quando Dean descobre que o vampiro morto e supostamente o sequestrador da vítima, era na verdade um recém-criado que sequer, entendia ao certo pelo que estava passando.

Sam seguindo pistas dadas pelo irmão, adverte Victor acerca de uma Van Azul, na qual estaria o real responsável pelos ataques. Bem, como Sam também suspeitava de algo errado, deu uma tremenda mancada em ter baixado a guarda e se deixado levar uma cacetada pelas costas. Dean vai até o esconderijo da vampira supostamente responsável pela morte do pai de Krissy e mais uma vez, constata se tratar de uma recém-criada, a qual não havia se alimentado e nem entendia o que lhe passava.

Aí, Dean tenta convencer Krissy, Aidan e Josephine que eles haviam sido enganados e utilizados como marionetes de um sórdido plano de Victor. Muito legal quando ele mostra seu lado durão, desarmando Aidan e convencendo aos jovens que ser caçador é uma responsabilidade que vai muito mais além do que a simples matança.

De outro lado, Victor tenta arma outra farsa, bagunçando os móveis da casa e informando a Sam que ele seria morto e tal feito seria atribuído a um ataque de resposta por parte do ninho de vampiros e, com isso, os jovens pegariam o gosto pela matança. Contudo, ele se dá mal, porque como é de praxe, se comporta como aquele tipo de vilão que muito fala e não age e, acaba sendo pego no flagra pelos jovens os quais pretendia enganar.

Meio estupefatos, os três jovens, meio que ainda se recusando a acreditar, exigem uma explicação sobre a cena que veem e sobre a aliança entre Victor, a quem tinham como uma espécie de mentor; e o vampiro ali presente. Sem ter como fugir ou sair pela tangente, ele confessa, além de deixar escapar que partira dele a ordem para o vampiro matar os familiares dos três jovens e, mediante a motivação por vingança, transformá-los numa espécie de “máquina de matar”.

Krissy, provando que apesar de muito jovem, não brinca em serviço, dá cabo do vampiro e dá uma ótima lição de conduta ao inescrupuloso Victor. Simula querer matá-lo, deixando Dean aflito, mas demonstra sabedoria e sensatez demonstrando que a solidão e o descrédito já seriam castigos bons  o suficiente. Todavía, por vergonha, ou seja lá pelo que for, o cara acaba se matando.

Muito legal ver a cena de despedida entre Dean e Krissy, na qual ela promete tentar uma vida normal, tanto quanto possível, mas que no entanto, não acha certo se afastar dos amigos e, caso seja preciso, de ter que lidar com seu lado caçadora. Assim como é muito legal ver Dean reconhecendo que apesar da jovialidade, a menina sabe muito bem se virar sozinha e saberá se virar se for preciso. Além disso, ele termina dizendo ao irmão, que a única maneira de realmente ajudá-los, seria conseguindo, o quanto antes, fechar de vez o portão do inferno, uma breve referência ao tema da trama central.

E aí curtiram? Comentários? Sugestões?

  • P.S: Taí a volta de uma personagem de episódios anteriores que foi bem aproveitada. Ao contrário da Charlie, que arrasou no episódio da season 7, mas, a meu ver, não foi satisfatoriamente aproveitada, no seu retorno, nesta atual temporada;
  • Amei Dean conversando ao final com o Aidan…KKK, bem o estilo dele e deixou o garoto apreensivo e com a pulga atrás da orelha…;
  • Alguém aí terá a coragem de reclamar porque este episódio foi filler? Espero que não, porque ele foi muito bom!
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