12 maio 2013

Supernatural / Clip Show

Review: S08E22

Simplesmente F.O.D.Á.S.T.I.C.O! Sensacional! Rico em detalhes e com algumas reviravoltas. Sam e Dean estão no bunker dos Homens das Letras tentando compreender como se dará o último teste. Temos referências a casos passados e Crowley reaparecendo e demonstrando porque é um cretino FDP de marca maior. Ok, eu só criticaria a cena inicial, a la filme de terror tipo B.

Desde já, volto a repetir, ótimo acréscimo a mitologia da série, isso dos Homens das Letras. O mal sendo combatido há séculos, estantes e mais estantes de livros repletos de informações e, como se não fosse pouco, os brothers winchester descobrem um mega calabouço com correntes e uma mega devil’s trep.  Num clima conturbado, no qual Dean demonstra-se impaciente com Castiel, Sam pesquisa e descobre arquivos de diversos níveis de exorcismo.

Sam e Dean vão pesquisar, de modo a descobrir como realizar o último teste, enquanto Cass vai as compras. Lá, é surpreendido por Metatron que insiste em conversar. Eis aqui, outro importante acréscimo na mitologia. Arquivos dos Homens das Letras, narram um tipo singular de exorcismo, que pelo sangue, “purificaria” a alma, libertando assim o possuído, sem causar-lhe a morte. Ou simplificando, funcionaria como uma “cura” para um demon.

Tal método inovador, seria fruto da crença particular do padre Thompson, que igual a um trovador solitário, permanecera seguindo sua crença e tentando colocá-la em prática. Tendo gravado uma de sua experiências. Em outro canto, na conversa entre Cass e Metatron, o segundo revela o caos em que se encontra o céu e, pasmem, revela ao anjo humanitário, que teria como fechar as portas do paraíso para recobrar o equilíbrio. Segundo suas palavras, tal fato também passaria por certas provas, as quais ele conheceria por tê-las escrito.

Aposto, que ninguém esperava por isso. E aqui também fica a dúvida se seria apenas uma pista para o que vem na season finale, ou do plot da próxima temporada. Pois bem, como essas provas não são nada fáceis, a primeira consiste em eliminar uma Nefilim – filha de anjo com um humano, algo que nem deveria existir – e como de praxe, Cass fica angustiado e com pesar, dividido entre sua culpa e desejo de redenção e sua compaixão e receio de estar fazendo mal a uma inocente.

Voltando ao último teste de Sam, Dean tem a brilhante ideia de – e já munido da informação de como proceder – usar Abadon, como o demon a ser curado. Nesse ponto, o palpite de muitos hunters, se mostrou certo. Porém, e ok, outro ato falho do episódio – que nem por isso diminui seu brilho – é os Winchester darem uma de dr Frankstein trazendo o demon de “volta a vida” e nem sequer pensarem em aprisioná-lo com uma devil’s trap por garantia…. Diria que, os winchester, no mínimo, já foram mais cautelosos…

Todavía, tem sempre uma pedra no meio do caminho não é mesmo? E nesse caso,  a pedra seria o Crowley – não se pode negar que o cara tem estilo, como diria o próprio Dean – que reaparece mostrando porque é o vilão a quem os hunters amam odiar. De alguma forma, ele sabe dos testes e até já deduziu qual o próximo. Além disso, tá furioso por ter perdido Kevin e a tábua que estava com ele. Por isso, ele vai atrás de todos que os brothers winchester salvaram, tocando o terror, por assim dizer.

Nessa hora, de relance vemos alguns casos passados e, infelizmente, pessoas antes salvas, sendo mortas… uma vez que os Winchester não conseguem chegar a tempo. Mas o intelecto e sadismo de Crowley vão ao ápice, quando ele usa Sarah Blake, outrora um affair de Sammy, para transmitir seu mais importante recado. Nenhum de seus capangas dará uma lição nos protagonistas. Ele sabe que é exatamente isso que os protagonistas querem e precisam no momento.

Contudo, ele sabe que ainda que pareça impossível, Sam e Dean tentarão salvar as pessoas sob a mira dele. Por isso, ameaça, a cada 12 horas atacarei todas as donzelas ou pretensiosos inocentes que ambos salvaram, até que me devolvam a tábua dos demons. Pode ser uma cartada em tanto, considerando que Sam chegou a insinuar uma rendição. E eis aí outra surpresa, apesar de toda a preocupação de Dean com o caçula, ele é quem deu força para que sigam fazendo o que é o certo.

Ah sim, antes que me esqueça. Abadon antes de sumir demonstra um profundo desgosto ao saber que Crowley se declara o rei do inferno. Ele que não tome cuidado não…. Pode até pensar que encurralou os winchester, mas aposto que não será páreo para este demon 2.0, que mesmo sem estar com “seu corpo” todo completo, fugiu e ainda retirou a bala que continha uma armadilha. Alguém aí discorda de que possa haver um embate entre esses dois?

Agora, o sacrifício prenunciado – desde o epi 20 e, por isso repito, é erro considerá-lo meramente filler – fica ainda mais envolto em suspense, deixando algumas perguntas no ar. Seria sacrifício de Sam? Ou de Cass que fará qualquer coisa para ter sua redenção? E Metatron? Será ele realmente confiável, ou outro anjo da estirpe de Naomi, Uriel, Zacariah? Ou seja, só resta esperar e, haja ansiedade para esperar a season finale!

E vocês curtiram? Críticas? Comentários? Sugestões?

P.S: Temporada perfeita, melhor que a anterior e, apesar de ter colocado alguns fillers próximo ao seu término, não fez tudo correndo e mal feito nos epis finais…. Espero que no último, seja assim também.

P.S (2): Concordo, com Sarah e Dean em episódio passado, Sam tá precisando passar a tesoura naquela cabeleira, rs. E de novo, como disse a Sarah, nada mal se voltasse ao penteado bem do início, adoro! rs

P.S (3): Aff, Dean sendo muito severo e exagerado com o Castiel. Até porque sabe que ele teria sido lobotomizado e manipulado por Naomi. Nesse ponto, concordo com Sammy, ele é aliado, pode ajudar, merece uma chance. Sinceramente? Tô achando o papo desse Metatron muito do furado…

P.S (4) : Muito sugestivo o número de chamada do Crowley, né não? 666

Crédito das Imagen: Google

11 maio 2013

Grimm / Kiss of the Muse

Review: S02E20

O amor pode ser uma droga, literalmente! Ainda mais quando ele é invocado por uma wesen com o dom de levá-lo à loucura, também literalmente. Contudo, verdade seja dita, o caso da semana não foi o destaque aqui – sendo o primeiro episódio fraco da season 2 – mas sim, o trabalho em equipe da Scooby-gang para salvar o protagonista do apuro.

E por incrível que pareça, até mesmo Juliette teve algum destaque em Kiss of the Muse. Ela não só lembrou do amor que sente pelo Nick, como também – ao ficar a sós no trailer da tia Marie – se recordou dele dizendo-lhe a verdade. Porém, desta vez demonstrou compreensão e disposição para ajudá-lo e não, julgá-lo. Mais que isso, parou de frescura e tomou a iniciativa para convidá-lo para jantar e assim colocar tudo em pratos limpos.

Só que Nick está sob efeito da Musai, e devido aos seus poderes como Grimm, sucumbindo mais rapidamente a um surto de loucura. Assim, Hank, Monroe e Rosalee entram na briga de modo a ajudar ao amigo. Juntando-se posteriormente ao grupo, o charmoso capitão e Juliette. Como no mais habitual clichê dos contos de fadas, só o amor verdadeiro pode salvar Nick. Na hora H, Juliette aparece para salvar o amado de por tudo a perder, matando , a queima roupa, outro wesen enlouquecido pela musai. Bem e aí? Teve-se o happy-end.

Porém o que intriga – e também salva o epi, além de merecer um destaque – é quando o charmoso capitão simplesmente liberta a wesen, advertindo-a que se voltar a causar problemas, não será exatamente como homem da lei que resolverá o problema. Além de amendontrá-la mostrando seu lado hexenbiest.

Pergunto-me: teria ele apenas resolvido o caso conforme um homem da lei, ou seria isto outro sinal de sua anterior dubiedade? Afinal de contas, futuramente pode ser vantajoso ter algum trunfo, caso necessário, contra um poderoso Grimm, não acham? Ou, estaria eu, vendo conspiração onde não tem?

Em qual hipótese apostariam?

P.S: Aqui, onde “pode-se” ser parcial a vontade digo: O episódio foi frustrante! Ele chegou a acender uma ponta de esperança, que Nick partiria p/ outra e seria um possível fim p/ a chata da Juliette, p/ no fim…. se tratar apenas de um feitiço.

P.S(2): Monroe, sempre carismático… Tb salvou o episódio com sua lealdade e companheirismo, mesmo Nick tendo sigo ligeiramente grosseiro com ele. E p/ variar, engraçadíssimo, como na cena em que constata que um distraído Nick marcara na mesma noite, um jantar entre amigos, e outro com Juliette.

P.S (3): Não tinham uma atriz melhorzinha p/ escolher como sendo uma musa não?

P.S (4): Pela promo, o próximo episódio será melhor. As coisas esquentam e Juliette se “aprofunda” em toda a verdade…Qual o futuro da relação entre ela e Nick?

08 maio 2013

The Mentalist / Red John's Rules ( Season Finale)

Review: S05E22/ Season Finale

Como já era de se esperar, a season finale de The Mentalist foi sensacional! Red John ataca novamente e de forma astuta, inteligente e um tanto quanto sádica. Esgotado, após uma semana sem dormir, Jane se depara com mais uma vítima do misterioso serial, para descobrir no decorrer da investigação, que o caso é uma quebra-cabeça que o leva a pessoas e a lugares marcantes em sua trajetória. Como se fosse o caso de haver se penetrado em sua mente.

Aparentemente uma desconhecida, e da qual teria sido levado um bebê, Jane descobre um telefone escrito na parede que os conduz – ele e Lisbon – a um serviço de proteção a crianças em Carson Springs, local em que ele também teria ficado, uns tempos, quando criança. Chegando lá, a srta Gottlieb informa que a vítima seria Eileen Turner  e a bebê desaparecida seria Caitlyn. E em seguida, indica que investiguem o pai da criança, Roddy Turner.

Acontece que o endereço de Roddy é em Stoney Ridge, local aonde costumam se fixar os circos e, desta forma, mais uma ligação com o passado de Jane. Aqui, Lisbon fica ligeiramente cabreira, mas acredita se tratar de coincidência, enquanto o mentalista, via semblante, demonstra estar apreensivo. Além disso, ele se recusa a contar para a parceira e amiga, os nomes contidos na sua lista de 7 prováveis suspeitos de serem Red John.

Jane e Lisbon reencontram Pete e Sam – um casal já mostrado em outro episódio – os quais se recusam a dar informações sobre Roddy. A investigação avança e mais ligação com o passado do consultor surge à tona. A vítima, não era totalmente desconhecida de Patrick, teria convivido com ele, junto ao pessoal do circo, além de ser – apesar da ausência de intimidade – uma de suas memórias felizes de infância. Daí a frase supracitada, dita logo ao descobrir de quem se tratava a vítima.

Por outro lado, Eileen era filha de Sean Barlow, um cara anteriormente muito amigo do pai de Jane e que depois tornara-se seu desafeto. Quando Pete finalmente diz o que sabe ao mentalista, revela o jeito cínico e maldoso de Sean, levando a crer que ele poderia ser o culpado pelo assassinato, uma vez que brigara com a filha e a deserdara, contrariado com o casamento dela com Roddy.

A cena em que ele aparece vale destacar, com o mesmo papo furado de supostos dons verídicos de vidência, ele faz duas afirmações constrangedoras, uma é que Lisbon seria apaixonada por Patrick; a outra, é de que o mentalista sempre irá perder para seu inimigo Red John, que de alguma forma – talvez ele também tenha o dom da vidência, chega a dizer – sempre sabe o que lhe passa na mente, além de estar um passo a frente. Cabe destacar que Pete chega a insinuar que Sean seria ótimo candidato a RJ.

Com toda a ligação que se vem mostrando com sua história, com o fato da vítima escolhida equivaler à morte de uma lembrança feliz do mentalista, ele demonstra um certo pesar e esgotamento, mas nada que o impeça de usar suas artimanhas de praxe, de modo a levar o responsável pelo crime a se revelar. Neste caso, a srta Gottlieb, cuja motivação – creio eu que ninguém suspeitou – era se apoderar do bebê.

Respondendo a Lisbon o porquê de não haver pensado em adoção, não demonstrou um pingo de remorso pela morte horrenda da mãe da criança e como se nada demais tivesse acontecido, disse ter tido a oportunidade de fazer um favor a Red John. Gostaria de entender, como se dá a manipulação, a lavagem cerebral, ou chamem como quiser, que ele faz com seus seguidores, de modo que os mesmos falem de assassinatos e rastros de sangue, como se nada demais fosse.

No entanto, o momento clímax, a tensão é quando Gottlieb entrega um cd a Jane, segundo ela, atendendo a pedido de RJ. Com o semblante num misto de pesar e frustração, Jane mostra a Lisbon, sua fiel amiga e parceira, um video de Lorelei lendo uma sinistra mensagem de Red John. Ele, mais uma vez como quem tivesse penetrado a mente de Jane, já sabia há muito da lista do consultor. Chega até a provocá-lo, afirmando que ele se acharia esperto, mas na verdade não o era, porque apenas havia encontrado pistas. Completa: “Vou mostrar o que é esperteza, vou matar uma memória feliz que você nunca contou para ninguém. E quando você investigar vou guiá-lo diretamente para este vídeo”

Em seguida, citou todos os 7 nomes, e avisou que a moça morta que seria apenas um começo. De acordo com sua mente sádica, Jane havia mudado as regras, e então ele também o faria. A partir de agora, a caça a ele tem de ser intensificada, porque vai seguir matando, sempre alguém que tenha ligação com o mentalista, ou que a ele seja importante, e só Jane o capturando, o faria parar. O embate está lançado. Agora, será tudo ou nada: Patrick Jane X Red John; e a “sorte” está lançada!

Ótimo gancho para a próxima temporada. Especialmente se for a última e se tal embate for bem explorado e desenvolvido de forma que a série feche com chave de ouro. Aos curiosos de plantão, segue abaixo a lista dos 7 suspeitos:

  1. Bret Stiles;
  2. Gale Bertram;
  3. Raymond Haffner;
  4. Reede Smith;
  5. Bob Kirkland;
  6. Xerife Thomas McAllister;
  7. Brett Partridge


P.S: Lamento frustrar alguns mas…. Não, não se revelou ainda quem seja Red John. Precisa? Conforme vi num bem expresso comentário: Perderia até a graça, o cara já manda “bem” sem dar as caras. E retiro o que disse, RJ agora é que deixou o Joe de The Following no chinelo!

P.S: (2): Antes que possam pensar qualquer asneira a respeito do Jane, também repito: Jane é como o Sherlock Holmes do século XXI. E assim como ele está p/ Holmes, RJ está para professor Moriarty! Quem conhece e leu a obra de Doyle sabe muito bem, que Moriarty pode ter ficado muitas vezes passos a frente de Holmes, mas no fim, Holmes é quem venceu e acabou com suas maldades. Acredito, o mesmo irá ocorrer em The Mentalist!





06 maio 2013

Somos Tão Jovens

Salve Legião!

Sinopse: Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
Somos tão jovens, prato cheio para eternos legionários, existentes país afora. É igualmente um bom filme, para quem não vivenciou tal época, mas de alguma foram compreende a dimensão do que foi o Legião Urbana. Além disso, é uma forma de desmitificar o grande mito, descê-lo de uma espécie de pedestal, e “aproximá-lo” um pouco mais de seus milhares de fãs, mostrando o Renato meramente humano, como qualquer um, com suas qualidades e defeitos, personalidade e inseguranças, igualmente características presentes em qualquer jovem.
Além disso, conta a história de um período complicado em Brasília, 1973, período militar, onde a situação complicada do país aliada ao tédio da falta do que fazer para se divertir, dentre outras coisas; teria sido o embrião para a futura banda que mudaria o cenário do rock brasileiro e cuja fama ultrapassaria gerações. Afinal de contas, quem nunca ouviu falar do sucesso da Legião, por vezes até, chamada de Religião Urbana? Denominação aliás, que o próprio Renato alegava detestar.
O filme  mostra a trajetória de Renato, desde o anonimato à fama, sua primeira banda, o Aborto Elétrico; além do início do Capital Inicial e como era a diversão dos jovens daquela época. Há de se destacar a atuação de Thiago Mendonça, cuja performance é  um show. E as partes emocionantes em que se ouve, algumas das belas canções do Legião. Pena somente, que o filme termine deixando o espectador com gostinho de quero mais, tendo em vista que há muito mais do que se poderia falar. Quem sabe não seja isto um indício de que haverá uma segunda parte? Tomara!
Este blog recomenda! Vale a pena o Ingresso!
Trailer: 


Fonte (da sinopse e do pôster): Adoro Cinema

05 maio 2013

The Vampire Diaries / She's Come Undone

Review: S04E21

Até que enfim um episódio à altura de TVD. Com seu clima sombrio, tenso, um toque de suspense e reviravolta. E enfim, voltou-se ao tema central. Mais uma vez, Silas demonstra a que veio, e dessa vez escolheu Caroline – a vampira Barbie – como vítima de sua crueldade. Tudo porque necessitava descobrir o paradeiro de Bonnie Bennet.

Não confiar em ninguém, eis o lema, uma vez que Silas poder ser qualquer um. Ele se passa por Klaus, por Matt e até pela xerife Forbes, além de fazer a loira acreditar ter sido ferida com uma estaca.  Em outras palavras, Silas não medirá esforços para conseguir seu intuito, de abrir o véu que separa este mundo do outro lado, tomar a cura, poder morrer e reencontrar seu grande amor.

Bonnie sabe seu real – e horrendo – rosto, é poderosa o suficiente de modo a ter se libertado de sua manipulação e, além de tudo inteligente, tem em mente um plano para frustrar seus planos. Para isso, e quem diria?, propõe aliança a vampiranha, já que precisa do pedaço da lápide de Silas. Bem, já volto a tal plot.

Quero destacar também, as cenas entre Rebekah e Matt, num diálogo em que, claramente, se demonstra a importância deste último – para quem ainda insiste em dizer que ele é inútil – porque ele representa o bom senso, a amizade, a lealdade, a justiça. Muito legal também, ver as palavras da vampira original, tão carente de um amor, ou amizade desinteressado e genuíno, reconhecer o valor de Matt. Gostei muito mesmo da cena entre os dois. E quem diria, que seria ele, desprezado por muitos do fandom, o responsável por trazer a velha Elena Gilbert de sempre à tona? Isto, considero reviravolta, nem mesmo eu que gosto – e sempre gostei – desse personagem, imaginava isso.

Os brothers Salvatore tentam o método Lexi de tentar trazer a humanidade de volta, em vão. Antes de sumir de vez, goste-se ou não, Elena sem sentimentos diz umas verdades a todos. Particularmente, gostei quando ela disse a Caroline, que ela tem um lado oculto, e que ao tentar reprimi-lô, nega a si mesma que gosta de ter quem a atormente. Explicando, gostei porque a mesma contestou o esquema dos Salvatore. No desespero, eles solicitaram até mesmo a ajuda da vampiranha, Katherine, que com certeza, proporcionou uma catarse aos odiadores de Elena, quase retirando-lhe o coração ou ameaçando quebrar sua garganta.

No entanto, como de praxe, Kath-bitch não é confiável e trai o voto de confiança que lhe depositaram, libertando Elena. E é aí que entra Matt, com sua amizade e lealdade. Ele chega até Elena e implora que a amiga não lhe faça mal. É ignorado, chega a ser mordido e… Quando chegam os Salvatore, temos um momento clímax. Damon proclamando seu lado evil, ameaça matá-lo, de modo a fazer Elena se importar.

A moça diz se tratar de blefe, e então Damon quebra sem dó nem piedade o pescoço de Matt. Ainda ironiza afirmando que seria somente um garçom a menos. Stefan fica estupefato. E o fica mais ainda ao ver que tal ato trouxe a tona a humanidade de Elena, ao vê-la sofrendo. Para em seguida a moça demonstrar alívio – apesar de bem brevemente – ao constatar que Matt estava com o anel mágico da ressurreição.

Tem também uma parte em que, apesar de ciente do fato que se deve ter cuidado ao “confiar” nas pessoas, Caroline fica ao lado da sua mãe e desconfiada da Bonnie. Porém a bruxa lhe diz que a pessoa a seu lado não era sua mãe e sim Silas. Levamos um susto, ao pensar que Caroline sofreria mais um drama, perdendo dessa vez, a mãe.

Entretanto neste pedaço, é que Bonnie diz a Silas que estava afastada aprimorando seus poderes para ajudá-lo quando viesse a próxima noite de lua cheia. Ela negocia com ele, que não machuque seus amigos e promete ajudá-lo. Por outro lado, ao se encontrar mais uma vez com Katherine, diz a ela poder ajudá-la a conseguir sua tão almejada liberdade e não ter que fugir mais, e assim acaba surgindo um acordo entre a bruxa e a vampiranha.

Fica a pergunta no ar: será ela capaz de honrar este acordo? Estaria tramando algo por trás disso? E ainda, qual o futuro dessa aliança se Elena com sua humanidade de volta se foca no ódio e pretende matá-la? Ai, haja ansiedade com o rumo que tudo isso irá tomar….

E vocês curtiram? Gostaram? Comentários? Sugestões?

  • P.S: Tá se dando a entender que a Bonnie vai dar o que falar  e botar p/ quebrar… Que assim o façam, pq senão vai ser sacanagem… 
  • P.S: Aff, como a real face do Silas é nojenta, asquerosa…   

04 maio 2013

Supernatural / The Great Escapist

Review: S08E21

Episódio fantástico, sensacional, maravilhoso! A começar pela cena inicial em que os hunters mais atentos de antemão já sabem que não se trata realmente de Sam e Dean a falar com Kevin Tran, o profeta. Crowley dá o ar da graça com seu cinismo e sarcasmo impecáveis, como o diretor de um teatrinho em que dois de seus capangas tem de se passar pelos Winchester.

Notavelmente sem êxito, já que os demons fazem um Dean extremamente educadinho e um Sam gracejador proferindo gírias e expressões próprias do seu irmão. O próprio Crowley reconhece isso. Tudo por conta de apoderar-se do conteúdo da tábua sagrada – a que fala dos três testes de Deus – e estar um passo a frente, pelo menos de seus inimigos.

Enquanto isso, o fofo Castiel faz uso da física quântica – só não me peça para explicar – de modo a estar em vários lugares ao mesmo tempo, uma daquelas redes fast food padronizada, de modo a despistar os capangas da vilã Naomi. Além disso, a tábua acerca dos anjos com a qual ele fugira, visando escondê-la, está – aparentemente – segura, escondida dentro de si mesmo.

Enquanto isso, na “bat-caverna” dos Homens das Letras, Dean permanece no seu papel de irmão mais velho protetor, e faz de todo o possível para convencer Sam a melhorar antes de ir atrás de Kevin ou tomar qualquer providência que seja. No entanto, os irmãos recebem um vídeo gravado pelo profeta, dando instruções de como eles deveriam agir para continuar a decifrar a linguagem da tábua e, por estarem vendo tal vídeo, significaria que algo grave haveria lhe acontecido, provavelmente, morrido.

É quando, apesar de bem doente, Sam demonstra sua utilidade, sobretudo a de seu intelecto e se lembra de uma das disciplinas cursadas na época de Stanford em que, havia visto um dos símbolos desenhados por Kevin. Ele diz que é algo relacionado aos nativos americanos e o símbolo significaria: Mensageiro de Deus. Jurando ter algo a ver com a mensagem a decifrar, e apesar da contrariedade de Dean, ambos os protagonistas vão em busca do que acreditam ser pistas de Metatron.

Naomi, demonstrando um nível ímpar de perversidade, promove uma matança para desestabilizar Castiel e, infelizmente consegue. Mais uma vez, Misha Collins dá show de interpretação com o semblante de pesar e indignação do anjo, ao ver a extrema ausência de compaixão da qual padecem os seus iguais. Porém, Naomi não é párea para Crowley, que aparece com a ideia genial – isso não se pode negar – de transformar a adaga capaz de matar anjos, em balas para revólveres.

No embate Crowley X Naomi, esta some de vista e, pasmem, como de praxe em SPN, mais um anjo traíra, um tal de Ion, no fundo, o tempo todo, trabalhava como informante do demons cínico-mor. Sam e Dean chegam no Colorado e aos poucos vão investigando pistas. O Winchester caçula está cada vez pior, ouvindo coisas e vendo outras que só ele consegue. Dean deixa-o descansando e ao conversar com um nativo, descobre que o povoado de lá, cultuava o mensageiro, fornecendo-lhe histórias.

Sam e Dean acabam encontrando Metatron,  e intimando-o, praticamente, a cumprir sua função de proteger Kevin. Além de lhe chamar atenção por ter preferido alienar-se trancando num quarto e lendo histórias, sem sequer querer tomar ciência da consequência devastadora à humanidade, devido às duvidosas escolhas de seus irmãos anjos. Metatron sequer sabia que os Winchester haviam impedido o Apocalipse.

Mas ele conta que os arcanjos, após a retirada do Pai, perderam a medida e planejavam dominar tudo. Diz também que a palavra estaria a ressoar na cabeça de Sammy, por isso, ele estar naquela situação. Por falar nisso, óh dó do Sam, tem um complexo tão grande, cuja crença o faz pensar que deve passar pelos testes, apesar das consequências, porque tal seria uma forma de purificação.

Ao fim, Kevin é mais esperto do que se possa pensar, e revela ao Crowley que sabia o tempo todo que eram falsos Winchester a conversarem com ele. Notou, pelo gentileza de ambos. Metraton acaba salvando o garoto a tempo, e é quando se tem a revelação bombástica de que o terceiro teste a ser superado, seria nada mais e nada menos, do que salvar a um demon. Como assim? Gancho perfeito para os próximos episódios da season finale. Haja ansiedade para esperá-los.

E vocês curtiram? Comentários? Críticas? Sugestões?

P.S: Sou suspeita p/ falar eu sei… Mas Misha merecia um Oscar, ele vai do Cass robótico, sem um pingo de humanidade, ao anjo mais extremamente nutrido de compaixão, ao semblante de pesar… sempre atuando super-bem; Cas é único e insubstituível;

P.S (2) Coitado do Sam, ele acreditar nos testes como forma de purificação é quase como uma confissão de sempre ter se sentido sujo, indigno…..Oh dó! Qual será o destino dele?

P.S (3): Morri de rir com o Crowley dando uma de diretor. Não se pode negar que ele é um vilão que, como diria Dean Winchester: não se pode negar que o cara tem estilo.