31 julho 2013

Perception / S02E03E04


S02E03 / Blindness

Enxergar é diferente de ver. Provavelmente você já ouviu falar nesta sutil diferença caro leitor. E aqui neste episódio tal diferença é posta a prova quando dr Pierce tem de ajudar Kate a desvendar o assassinato do juiz federal Water Cleland. Donnie quer optar pela saída fácil, responsabilizando o zelador deficiente mental que fora encontrado junto ao corpo segurando a arma do crime. 

O caso se mostra mais enigmático do que aparentava a princípio; e o neurocientista levanta a hipótese de cegueira à mudança, porque a secretária do juiz não o via retornar da corte a sua sala, e 15 minutos depois, encontrara o zelador perante o corpo. Donnie, jurará ter visto o juiz retornar a corte, após o horário de almoço. Por isso a tese de cegueira à mudança – alguém se passara pelo juiz, perante a corte, visível a grande público, sem que o mesmo o enxergasse.

Além disso, outro assassinato ocorre no mesmo estilo, durante um jogo de basquete, em frente a 200 testemunhas, sem que elas realmente enxergassem o que estava a sua frente. Preocupado em impedir que se responsabilizasse o zelador e de modo a desvendar um provável serial killer, dr Pierce descobre o caso de Connor um ex-policial condenado por perjúrio ao acobertar os parceiros – os quais se utilizaram de violência contra um prisioneiro – e cuja tese de defesa, havia sido não ter percebido tal ato vil. Tese desacreditada, o policial foi preso, além de perder o afeto e o respeito da família. Aí, se cogita a hipótese de vingança, já que os mortos, tinham ligação com este policial e o caso. Utilizando-se da ironia de matar provando ser possível, ficar “invisível” perante diversas testemunhas oculares.

Contudo, o culpado era na verdade dr Robert Mills, o responsável pela tese de cegueira à mudança enquanto defesa de Connor e, que for a igualmente ridicularizado e humilhado quando da condenação do policial. Numa artimanha digna de Patrick Jane de The Mentalist, Dr Pierce consegue provocar a confissão do dr Mills, expondo-o e apelando a sua vaidade, num programa de televisão. Além disso, tem de lidar com o ciúmes de Donnie, que o confronta, dizendo para se afastar e não dar falsas esperanças a kate e com uma expert em perfil da unidade da análise de comportamento do FBI, que neste caso, deixou a desejar.
Quanto a sutil diferença, citada ao início da review, não farei um tratado, contudo, vamos a um resumo. Ver seria o ato mecânico, automático… ora, a quem tem olhos e não possui alguma deficiência, a tudo vê. Enxergar está relacionado com percepção, observação… Ou, como numa frase que li e diz tudo: Quem acusa e condena o erro alheio, vê. Quem compreende que também é passível a errar, enxerga! (E por isso compreende!)

S02E04/ Toxic

 Episódio sensacional, repleto de reviravoltas. Inicialmente, temos dr Pierce explicando diferentes funções do cérebro – partes essas, sempre interessantes – e as consequências que tais podem causar. Por exemplo: manter um segredo, pode angustiar e gerar estresse, confessar, tranquiliza, possuindo efeito libertador. 

Mas vamos ao caso em si. Rebakah Abott pede ajuda do brilhante neurocientista, para provar a tese de que uma empresa, poluente, estaria contaminando o solo e a água de uma pequena cidade da Pensilvânia, provocando sintomas, como tremores e espasmos, similares aos de uma doença neurológica não contagiante em várias jovens. A priori, o dr só aceita o caso p/ se afastar de Kate, como Donnie recomendara. Contudo, ele descobre que Abott é uma farsante, cujo anseio era somente conseguir fama bancando a ambientalista consciente contra a maléfica e poderosa empresa. 

Só que a alucinação de uma garota morta, aparentemente via suicídio, o leva a catucar no vespeiro e a descobrir se tratar de um assassinato. Logicamente, ligado de alguma forma, às meninas com os espamos e ao filho da empresa acusada. Os sintomas, como que a justificar o dito ao início, seriam consequência de um trauma por esconder um segredo. Não, as moças não mataram Patti, mas sentiam grande culpa, considerando-se responsáveis pelo suposto suicídio. Conflitos amorosos por Braden. 

Entretanto, o segredo final fica por conta de que Patti e Braden eram irmãos por parte de pai, embora não soubessem e tenham se relacionado. E a mãe do rapaz, ao confrontá-la, forjou o suicídio, logo após a morte, provavelmente por ataque cardíaco devido ao diagnóstico de neurofibromatose. 

Ah sim, outro segredo é revelado. Kate percebe que Daniel a todo custo tenta evitá-la. Escutando a Natalie, ele diz não querer dar esperanças falsas num provável relacionamento. A esperta agente logo descobre que tem dedo de seu ex-marido Donnie, cujo ciúme do protagonista é perceptível e inegável.

29 julho 2013

Perception / Review

Reviews - S02E01E02

Episódio 01/ Ch-Ch-Changes

O dr Daniel Pierce está de volta. Neste “episódio” piloto da temporada ele se vê em meio ao dilema de mudar ou não. Explica-se, ele começa ensinando o funcionamento do cérebro anormal e afirmando que goste-se ou não dele; é impossível colocar outro no lugar do que se tem, assim como na história de Frankstein. Em meio a isso ele lida com a relação pessoal com dra Caroline Newsome cuja aparência é similar a Natalie – alucinação de uma amiga psicóloga – além de auxiliar nas investigações do FBI. Particularmente a Kate, com quem teve na temporada passada uma certa tensão sexual. E aqui é convocado por ela para ajudar seu ex- marido Donnie.

Dr Pierce tem que atestar o estado mental de um homem que assassinara brutalmente sua esposa, cujo destino está em vias de terminar em pena de morte. Com o relatório de Dr Pierce, doutor em neurociência, o réu é posto em liberdade. Contudo, de acordo com as pistas dadas no início do episódio, nem tudo é o que parece ser e ao tentar corrigir o que se constatou um erro, Daniel tem de descobrir como consertá-lo, ao mesmo tempo em que tem de lidar com o triste fato de não poder se livrar definitivamente dos sintomas da sua esquizofrenia paranóide.

Episódio 02 / Alienation

 Arquivo-X “invadiu” o universo de Perception ao menos no que se refere à alienígenas e abduções. Dr Pierce e a agente Kate tem de ajudar uma mulher que insiste em afirmar que seu marido é um impostor e na verdade seria um ET.  Na verdade, após um acidente de carro cuja consequência fora um aneurisma, Ellen passou a enxergar conhecidos com os quais tinha algum envolvimento emocional como se estranhos fossem. Nesse meio tempo, o marido de Ellen é assassinado e Daniel tem de provar que a esposa não fora a responsável em um de seus “surtos”.

Mas o foco aqui é também a honestidade nos relacionamentos e, a dra Caroline Newsome não reage mto bem à descoberta do fato que o protagonista parara com a medicação, voltando a conviver com alucinações, em especial da amiga, confidente e terapeuta Natalie. Kate também tem de lidar com o divórcio e o fim de seu relacionamento.

01 julho 2013

O Gigante Acordou

Já não cria sequer no engajamento da juventude... Confesso, tenho de dar o braço a torcer...
Muito mais do que a efêmera satisfação com a vitória na Copa das Confederações, vibro ao ver o povo a clamar nas ruas, por justiça, ética, melhorias no serviço público e outras coisas que são demonstração de cidadania e do pleno exercício democrático!

Por óbvio, condeno veementemente a minoria baderneira que se infiltrara aos protestadores. Aos que apenas pretendiam provocar o caos, a desordem... agindo por vis e covardes atos de vandalismo, criminosos e, que acabaram sendo motivo de vergonha, ao país, nos noticiários internacionais.

Uns podem alegar que haveria outras formas de protesto. Outros que as manifestações em nada resultariam, porém é fato; deu sim, resultado. 
A pressão popular agilizou a votação e o arquivamento - super bem vindo, diga-se de passagem - da famigerada PEC 37, a qual pretendia retirar o poder de investigação criminal do Ministério Público, mais conhecida popularmente, como a PEC favorável à impunidade.

Sinceramente, estes dias históricos; a demonstração de que o povo já perdeu há tempos a paciência com o descaso, os desmandos, a ineficiência política e a irresponsabilidade na gestão e utilização dos gastos públicos é a verdadeira vitória, motivo, razão e circunstância, a se comemorar, a se guardar na memória!
 Motivo bastante para criar uma centelha de esperança num futuro e num país melhores e para "bater" no peito e, enfim, poder sentir e dizer com orgulho, sou brasileiro (a)!

24 maio 2013

Grimm/ Goodnight, Sweet Grimm [Season Finale]

Review: S02E22 (Season Finale)

Misto de emoções resume a season finale de Grimm. Tem-se uma atmosfera inquietante, surpreendente e, porque não, até um pouco frustrante, quando surge ao desfecho em letras capitulares, To Be Continued, seguida de uma jocosa provocação dos produtores: “Mas vocês já imaginavam que seria assim…”

No entanto, é inegável que a série teve uma espetacular season 2, com primoroso desenvolvimento, tanto da mitologia central, quanto dos efeitos e das espécies de Wesen. E, sem contar, o desenvolvimento de alguns personagens. Quem diria que, assim como Hank, Juliette teria outra funcionalidade ao saber a verdade acerca do universo Grimm?

Mas vamos aos pontos positivos. Adalind, a bitch-mor, ao contrário do que  se poderia suspeitar pelo episódio anterior, não tem com que se preocupar. Não só obteve êxito – ao que tudo indica – em recuperar seus poderes, como demonstrou não ser nada fácil que lhe passem a perna. Todavía, há de se destacar a cena em que a hexenbiest anciã, encarnando uma bruxa, faz um feitiço de modo a trocar de corpo com a loira jovem e atraente.

Ok, motivo meio decepcionante para a anciã tentar se dar bem em cima da Adalind, mas vê-la sendo passada pra trás, pela loira e pela cigana, as quais ela julgava enganar… não tem preço. Apesar de que, acredito, que a tal cigana não seja tão digna de confiança. E quem se importa? Que a Adalind, cuja vilã ama-se odiar, ressurja aprontando a mil! Outro ponto positivo: A “Scooby-gang” acaba de ganhar um reforço. Aparentemente mais apaixonada e compreensiva do que nunca, Juliette não quer se desgrudar do amado e, ainda pretende acompanhá-lo em suas aventuras.

O grupo, sem perceber estar se encaminhando rumo a uma armadilha, vai em busca de um exército de zumbis, dispostos a curá-los. Sim, Rosalee aliando seus conhecimentos e informações disponíveis na lojinha, descobre uma forma de reverter o estrago causado pelo cuspe do wesen a la Baiacu, o Cracher-Mortel. Mas nem tudo termina bem e, além do grupo “se perder” de Nick, se veem “reféns” de um bando de zumbi furiosos e dispostos a fazerem um belo estrago.

Eis a revelação mais importante de todo o episódio. Eric Renard, irmão do charmoso capitão e príncipe da realeza, fez uma proposta indecente. Revelando que o irmão demonstrara grande valor, lhe propõe deixar de ser o excluído e tornar-se um membro de destaque junto a sua família. Inegável que o capitão ficou meio balançado com tal proposta. Seria sinal de que sua recente aliança com o Grimm nào será tão válida assim? Pelo menos, é indício de que, talvez, tenhamos um pouco mais da dubiedade do capitão pela frente.

E, mais que isso… Conforme já se suspeitava, Cracher-Mortel estava a serviço de Eric Renard e seu exército de zumbis não passava de uma distração para atrair Nick e, imobilizá-lo. Apesar de rumores de que algum personagem “morreria” ao final, aposto que ninguém sequer suspeitou de que se trataria do protagonista. Imóvel em um caixão, dá-se a entender que ele embarcará rumo a Austria com o príncipe Eric Renard. Não duvido que isso seja alguma estratégia de modo a se apoderar da chave. A qual, por enquanto, está segura, escondida por Rosalee; ou não?

Contudo, mesmo deixando-se um ótimo gancho para a próxima temporada, é inegável a frustração ao ver, bem no clímax, um maldito To Be Continued… Só “amaciado” com a ironia – dos produtores – ao acrescentar em seguida: “Oh come on, you knew this was coming”. Qual é, você sabia que isso aconteceria.

E é isso aí galera, agora só resta esperar a próxima temporada, com a ansiedade a mil, de modo a satisfazer a nossa curiosidade. Até breve, fandom Grimm!

E vocês curtiram? Comentários? Críticas? Sugestões?

P.S: O irmão do capitão bem que pode se tornar regular também, além de atuar bem seria um senhor vilão!


20 maio 2013

The Vampire Diaries / Graduation (Season Finale)

Review: S04E23

Que episódio foi esse? Fantástico, surpreendente! E com algumas revelações inesperadas e reviravoltas, como outrora em TVD. Uma senhora briga entre Katherine e Elena. Uma escolha há tempos esperada… Lamentaria apenas, a confirmada morte de Bonnie, cuja personagem havia evoluído e muito, no decorrer desta temporada.

O véu que separa o mundo natural do outro lado, fora derrubado… Enquanto Mystic Falls está as voltas com os preparativos para a formatura, Kol e outros mortos sedentos por vingança estão planejando criar o inferno na Terra. Segundo o original mala sem alça, é a consequência dos habitantes da cidade colocarem seus desejos pessoais acima da paz e segurança. Ou, em outras palavras, dos ditos heróis terem permitido a morte de inocentes.

E o mortos não estão para brincadeira. Alexander, ex-namorado de Rebekah, ameaça a vida de Matt de modo a chantageá-la e descobrir sobre um armazenamento secreto de armas . Connor – o caçador mais desumano do que muitos vampiros – ameaça os frequentadores do Grill visando por as mãos na cura e ir atrás de Silas. Assim como Vaugh que acerta a Damon com munição banhada de sangue de lobisomem.

Enquanto isso, Elena, Jeremy e Alaric tem um breve momento família.  Bonnie vai de encontro aos amigos, sem no entanto revelar acerca de seu falecimento. E indícios, de um novo casal a surgir. Rebekah e Matt, considerando-se muito fofa a atitude da loira para com o rapaz, trocando de lugar com ele, para salvá-lo dos explosivos. Contudo, em Mystic Falls, evento importante, representando passagem de uma etapa de vida, é sempre tenso e regado com muitos contratempos.

Não se pode esquecer da tal falada cura, – a qual particularmente eu odeio, rs – Damon a entrega a Elena que se recusa a tomá-la. Demonstrando assim que não há mais de se falar em sirebond. E, ele se recusa a tomá-la de modo a salvar-se do efeito maléfico do sangue de lobisomem. Depois, ela é oferecida a Stefan, que se recusa e a deixa nas mãos da Gilbert.

E pasmem, surpresa… Na memorável cena de luta vampiranha X Gilbert, a última, prestes a levar a pior, acaba por demonstrar que a inteligência supera a força, fazendo Katherine tomar a cura. Pura ironia, sendo que Kath almejava tornar-se uma imortal da estirpe de Silas. Aposto que por essa, ninguém do fandom esperava. Especulava-se que fosse Damon ou Stefan a tomar a tal cura.

Enquanto alguns fantasmas querem tocar o terror, outros apenas querem curtir um tempo com velhos amigos. Alaric dá conta de Connor. Conforme já dito, Rebekah salva Matt. E, Bonnie demonstrando maturidade e braveza, consegue distrair Kol – que estava, por assim dizer, como líder dos mortos sedentos por vingança – neutralizando-o e, revelando sua morte, até que a formatura se completasse e depois pudesse restaurar o véu.

Klaus surge momentaneamente, a pedido de Caroline e para salvar Damon. E, desta vez, mesmo eu tenho de admitir, muito legal da parte dele, o presente dado a Caroline. A liberdade de Tyler! Além da revelação de ser seu último amor. Confesso que nunca gostei dele e muito menos do casal Klaroline, mas foi fofa tal cena. Ah sim, Elena finalmente – para desespero do team stelena – decide-se por um dos irmãos Salvatore e, no caso, trata-se de Damon.

Bonnie ao restaurar o véu, consegue o que pretendia desde o episódio passado, fazer com que Jeremy volte ao mundo dos vivos. Além de lhe pedir que não conte sobre sua morte, nem para irmã, nem para Caroline. Stefan, decide sair da cidade. Lexi e Alaric, aproveitam  seus últimos momentos conversando com seus respectivos amigos…

Contudo, inegável que o mais surpreendente nesta épica season finale, é a revelação de que Silas está livre para aprontar cada vez mais e mais. Ele aparece a Stefan, revelando ser o autor do feitiço que o tornara imortal e, que  feitiços precisam de uma brecha. Por conta do equilíbrio da natureza, a morte de Bonnie o libertara de ficar imobilizado como pedra. Tem mais, ao que tudo indica, para compensar sua imortalidade, ele teria que ter uma versão sua passível de morrer. Eis que surge que sua real face, seria nada mais, nada menos, que similar a de Stefan…

Como assim, Stefan também é um doppelganger? E ao trancá-lo numa caixa forte e jogá-lo rio abaixo, seria a sua morte? São algumas das perguntas que teremos de esperar a próxima temporada para responder. Com certeza, com a ansiedade a mil. Uma coisa é fato, por essa ninguém esperava e que baita surpresa.

E vocês curtiram? Comentários? Críticas?  Sugestões?

P.S: Não posso deixar de dizer, amei as cenas Delena… Elena ter escolhido Damon! Só espero que eles curtam juntos, nunca se sabe o que esperar da Julie Plec…. E milagre não ter sido o Damon a se ferrar dessa vez…. Pelos menos, Paul Wesley vai poder, mais uma vez, mostrar o lado evil-dark de seu personagem;

P.S (2): Amei o retorno de Jeremy. Melhor que isso, só se Alaric tivesse sido trazido de volta também. Ah, e que fofo Matt e Rebekah… tomara que dê certo;

P.S (3): Quem acompanha minhas reviews sabe que nunca fui mto fã da Bonnie, mas pôxa, logo agora que a personagem teve um upgrade, tava demonstrando mais sensatez e, quem sabe, poderia soltar um baita lado power-evil, ela morre? Será mesmo?





17 maio 2013

Grimm / The Walking Dead

Review: S02E21

Zumbis ao que parece, estão em alta – particularmente não vejo graça – mas em Grimm eles são muito mais do que o mero caso da semana. Apesar de que a pergunta fica no ar: qual a “missão” deles e, o que Eric, membro de uma das famílias reais e irmão do charmoso capitão estaria tramando?

Inicialmente, temos o retorno da bitch-mor Adalind. Na luta para conseguir de volta seus poderes de hexenbiest, a loira terá que tomar bastante cuidado quanto a quem confiar. Tanto a cigana, quanto a hexenbiest anciã, demonstram dubiedade e, na prática, estarem pouco se importando com Adalind. De outro lado, temos a sem sal da Juliette buscando compreender suas lembranças e exigindo saber mais sobre os wesens.

Aqui, Monroe que se cuide, porque a participação de Bud, dessa vez, foi a responsável pelo alívio cômico. Como aliás, tem sido sempre que ele aparece. Seu nervosismo e ansiedade acerca de contar ou não sobre o Woge para Juliette e, seu descontrole, transformando-se sem querer, foram impagáveis. Ao menos, o lado bom é que desta vez a moça não fugiu, nem passou a tratar Nick feito um lunático, demonstrando até, certa compreensão.

Nick está ocupado investigando um estranho caso de mortos que se levantam e, alguns, chegam inclusive, a “morrer” de novo. Ele vê a observar, entre os curiosos observadores da cena do crime, um senhor de porte elegante e uma cartola. Ao procurar o corpo sumido da suposta vítima, Nick vê o estranho cara mais uma vez e, aproveita a parceria de Hank de modo a pesquisar o vasto material do trailer da tia Marie.

Entretanto, o melhor do episódio foi todo o clima de trama, intrigas e suspense que tece a teia da – criativa, formidável e complexa – mitologia da série. Ve-se claramente que a cigana e a hexenbiest anciã, cada uma a seu modo, tramam para se dar bem em cima de Adalind. A hexenbiest chega a propor ao informante do capitão, que algo seja feito de modo a evitar um escândalo, sendo que há uma criança de sangue real, objeto de desejo e barganha.

Por outro lado, Eric, anda tramando alguma coisa. Inicialmente, interrompe sua “amizade com benefícios” com Adalind, para fazer conchavos misteriosos com seu pai ao telefone. O informante do capitão Renard, além de falá-lo sobre a criança de sangue real, alerta-o de que seu irmão anda por demais misterioso e provavelmente estaria tramando algo.

O charmoso capitão pede que ele investigue e descubra pistas. Porém, vê-se que é tarde demais, porque Eric chega em Portland e informa-o de que ambos precisam conversar. Nick e Hank descobrem que estão lidando com o Baron, ou Papa Ghede; embora este tenha diversos outros nomes para identificá-lo. E, ainda pior, ainda não descobriram como ele age ou como derrotá-lo.

Baron, segue escolhendo algumas pessoas, no intuito de cuspi-las – literalmente – com sua gosma verde, transformando-as num exército de zumbis. Como se não bastasse toda essa áurea de mistério, ao fim, vemos que Baron ou Papa Ghede, parece conhecer muito bem a Eric. Percebe-se no ar, indícios de uma tremenda tramóia. Contudo, só pra frustar um pouquinho e deixar um gosto de quero mais, nos é “presenteado” um To Be Continued

É, Grimm mais uma vez demonstrando uma excelente e exemplar temporada. Caminhando-se para o desfecho sendo capaz de instigar novos mistérios a serem elucidados. Haja ansiedade para a season finale! Fazer o que? É o jeito!

E vocês curtiram? Comentários? Críticas ou Sugestões?

P.S: Peço desculpas por não abordar mais profundamente as informações sobre o arco mitológico, mas como já disse, a mitologia de Grimm é mto elaborada e complexa e, ainda não tive tempo disponível para rever tudo relacionado a ela;

P.S (2): Não adianta… Inegável que neste episódio a Juliette tratou Nick bem melhor do que tratou desde o início da série, contudo, ainda assim, não consigo gostar dela, e muito menos achar que ela seja a pessoa certa para o Nick.