10 outubro 2013

The Vampire Diaries / I Know What You Did Last Summer

Review S05E01 / Season Premiere

Ano novo, vida nova e TVD estreia a 5 temporada mostrando fôlego de sobra para novos mistérios; já volto a eles. Antes quero destacar duas coisas: definitivamente, Paul Wesley fica muito melhor na pele de vilão – com o perdão das teams Stefan – e, amei as cenas calientes de Delena. Contudo, vamos ao que interessa, rs.

Ao que tudo indica, a poderosa bruxa Bonnie atravessou o “véu” para o outro lado. No entanto, talvez para não gerar alarde, e com a ajuda de Jeremy, o curso da vida segue normalmente, com Elena ansiosa com as vivências de faculdade; acreditando que a amiga apenas viaja mundo afora. Caroline – mais uma vez reduzida a uma chorona e pró-Stefan – irá dividir o alojamento com a Gilbert em busca de novas aventuras.

Todavia nem tudo é tão tranquilo quanto a priori possa parecer. Meg, é a mais nova colega de quarto das jovens vampiras e, apesar do jeito tímido e desinteressado, pode saber bem mais do que se possa imaginar. Só que antes que algo mais pudesse ser descoberto, a personagem é assassinada por um atacante misterioso e Caroline pega o seu celular de modo a apagar os vestígios que as ligassem a vítima. Para aumentar ainda mais o mistério, Elena descobre uma foto da falecida ao lado de seu pai.

Jeremy tenta adaptar-se a vida no colegial – tendo que explicar seu retorno do mortos de modo plausível – porém acaba demonstrando todo seu potencial como caçador ao ser provocado e acaba lhe restando ajudar Damon. Tudo porque surge Katherine que, mesmo como humana, mostra que bota pra quebrar; com seu jeito característico de bitch-mor. E aqui eis outro mistério: Silas quer porque quer encontrá-la. Por qual razão?

Seja qual for o motivo, ele chega perto. Ainda mais quando diz a Damon que a entregue para assim dizer aonde ele deixou Stefan preso. Este, permanece preso e submerso, perdido em seus devaneios. Naturalmente, algum instinto de defesa, de persistência. Matt também aparece brevemente, em companhia de Rebekah e de uma terceira e, depois sendo surpreendido pela tal. Destaque para seus olhos pretos a la Supernatural. O que terá ocorrido ao pobre rapaz?

E Silas? Aparece determinado a mostrar que não medirá esforços ou consequências de maneira a obter o que deseja. E retorna mais poderoso do que nunca. Hipnotiza, se é que se pode dizer assim, uma platéia inteira determinando-os que encontrem Katherine. Além de matar o prefeito, pai de Bonnie, que atônita e perplexa; nada pode fazer para impedir. I Know You Did Last Summer foi um excelente season premiere e já nos deixa curiosos com o que está por vir. Que venham os próximos episódios de TVD.

P.S: Ninguém mais se lembrou daquele filme de mesmo nome? rs

P.S (2): Antes que me esqueça, revelou-se algo importante acerca de Silas, que também consome sangue humano. Os vampiros seriam uma versão deturpada e repugnante de imortalidade, surgida após ele.

03 outubro 2013

The Mentalist / The Desert Rose

 Review: S06E01

 

Uma lista, sete nomes… E no retorno de The Mentalist, Red John vem botando para quebrar. Não nego que estava com saudades das estripulias de Patrick Jane. Assim como do seu jeito cínico e descompromissado com que revela o (s) culpado (s) de um crime. Contudo, inegável que o destaque do episódio, mais uma vez, é a incrível sagacidade do serial Killer Red John e o suspense que fechou com chave de ouro, o primeiro episódio da sexta temporada.

Em The Desert Rose, como de praxe, Jane acaba por irritar os policias de Sacramento, com seus métodos um tanto quanto duvidosos e Bertram como punição manda-o, junto à Lisbon para investigar um crime num local bem afastado. Uma ossada é encontrada, todavía o caso da semana é quase um pano de fundo, para o que realmente interessa. Lá Jane confronta Patridge, um da lista dos 7 suspeitos. Obviamente em vão, o legista nada sabe, ou finge não saber muito bem.

Apesar de toda a tensão com a ameaça de RJ de matar até que Jane o faça parar, o mentalista ainda encontra tempo para fazer piadas, usar seus famosos truques e, também como de praxe, mostrar que os culpados da vez, são totalmente distintos dos suspeitos apontados pela equipe do CBI. Por falar em equipe, Lisbon foi um tanto quanto leviana. Contou primeiro a agente Van Pelt sobre a lista e a ameaça de RJ e, como numa espécie de telefone sem fio, em seguida Risgby e Cho ficaram sabendo.

Mais que isso, Van Pelt auxilia a chefe num plano de rastrear os listáveis, no intuito de ter pistas ou algo assim para iniciar uma caçada a Red John, que, mais uma vez demonstrando estar passos a frente, “ataca” demonstrando não estar para brincadeiras. Numa armadilha, atrai a agente Lisbon para o que seria uma emergência policial. Tudo para encontrar Patridge morto, balbuciando as palavras: Tiger, Tiger… – de uma citação que RJ gosta – e, para ser, ela própria, um “objeto” de recado


Jane já sabendo dos perigos que a amiga e demais membros da equipe agora correm, sofre ao ter suas chamadas telefônicas para Lisbon ignoradas, caindo na secretária.  Imaginem só, quando em uma de outras várias tentativas, ao achar que a parceira finalmente o atende, apenas ouve a provocação de RJ, informando-lhe que ela não pode atender e se ele pretende deixar algum recado? E eis o suspense-mor: Nos é mostrado Lisbon desacordada, com a marca característica do serial em seu rosto, o smile feito com sangue em seu rosto.

Segura coração, será que Bruno Heller vai ter coragem de matar uma das personagens principais assim logo de cara, na season premiere? Será só um modo de RJ torturar o já atormentado Jane? Façam suas apostas, porque o jogo só está começando!

P.S: Agora muito forçado a Lisbon ter caido naquela armadilha né não? Ainda mais vendo que o reforço pedido não havia chegado e já tendo sido alertada pelo Jane que RJ provavelmente já sabia do rastreamento dos membros da lista e poderia fazer uma armadilha.

16 setembro 2013

Perception / S02E09E10

E09/ Wounded - E10 / Warrior (Season Finale)

O episódio duplo de encerramento da temporada é sensacional. Na primeira parte temos uma pequena inversão de papéis, já que dessa vez é a agente Moretti que insiste numa teoria aparentemente louca, no intuito de provar que tem razão. E que cruzada, por assim dizer, provar a todo custo que Rickford ex-combatente de guerra e filho de um influente senador é assassino e estuprador.

Tudo começa quando Kendra Murphy, ex-oficial condecorada é detida por explodir uma granada num mercado, felizmente, sem feridos. Contudo dr Daniel Pierce diagnostica que  a moça sofre de Hiperoralidade extrema, como consequência de danos aos lobos temporais. Ocorre que dois soldados, também ex-combatentes no Afeganistão, têm a sua história cruzada com a de Kendra, em especial quando ela é acusada pela morte de um deles, seguida da morte de overdose do outro. Detalhe: trata-se dos dois soldados dos quais ela salvara a vida e por isso havia sido condecorada.

Ambos eram amigos do influente filho do senador, acusado de estupro, porém sempre safo, devido ao poderio e influência. A agente Moretti, mesmo sem provas irrefutáveis, segue seus instintos e na busca de comprová-los acaba sendo repreendida e afastada do trabalho. Ainda assim, por conta própria, “persegue” o suspeito, ao mesmo tempo em que tenta angariar provas e salvar uma provável futura vítima. Aqui, interrompe-se o episódio com o maldito “To Be Continued” somente para deixar o espectador e dar o gancho para a próxima parte: A agente Moretti é descoberta, ouve-se um tiro… Rickford foi morto!

E daí vem a eletrizante segunda parte.  Kate Moretti alega ter invadido o apartamento para defender uma moça que estaria sendo atacada e, ao confrontar Rickford, acabara tendo que se defender primeiro. Porém ela estava com colete a prova de balas, e as circunstâncias não muito bem explicadas, acabam por levá-la a julgamento. Dr Pierce e Donnie se mobilizam para ajudar Kate, cada um a seu modo. O último chega a se demitir do cargo da promotoria no intuito de atuar na defesa da ex-mulher.

Naturalmente, o senador tenta usar de seu poderio e influência de modo a prejudicar a agente Moretti; contudo Donnie e dr Pierce, trabalhando juntos, conseguem descobrir podres de Rickford. Além de estuprador, não passava de um covarde que na Hora H fraquejara permitindo que os demais soldados sobre seu comando se ferissem. Contudo, obrigara o comandante da missão a protegê-lo, ameaçando denunciá-lo pelo fogo amigo – o responsável pelo ataque aos inimigos de Guerra, dera coordenadas erradas, fazendo com que ocorresse fogo-amigo.

Além disso, Dr Pierce descobre – sempre com o auxílio de seus devaneios –  e utilizando-se de uma dica dada pelo senador, que Rickford costumava armar esquemas malucos. Assim ele deduz que este armara uma arapuca para a agente Moretti, na intenção de atrai-lá e matá-la. As novas descobertas e provas possibilitam a absolvição da agente e tudo se resolve. Como já dito, desta vez, o charmoso neurocientista fez o papel do herói que salva a donzela indefesa.

Há de se destacar que em meio a tudo isso, Dr Pierce ainda teve tempo para cuidar do lado pessoal. Ele acaba se entendendo com um velhor amor da época de juventude, confessando-lhe que a trocou por Nathalie, uma alucinação recorrente, do que seria a mulher perfeita. E como não poderia deixar de ser, pinta um clima entre Kate e Donnie, todavia, como ele quer reconquistar o amor da ex, agindo de forma correta e como cavalheiro, ele resiste à tentação de se aproveitar de um momento vulnerável da agente.

Aproveito também para destacar o explícito senso cívico dos norte-americanos, verdade seja dita, que consideram seus soldados, como verdadeiros heróis da pátria, nutrindo um sincero e singelo respeito e admiração. Não pretendo puxar-saco, mas é bonito de ser ver, dá até uma ponta de inveja, sendo que por aqui, muitos sequer sabem cantar o Hino Nacional. Pronto, falei! Sorry pelo desabafo.

Para terminar, vamos ao balanço geral da segunda temporada de Perception. A série manteve os indíces de qualidade da temporada passada e desenvolveu um pouco mais outros personagens. Com certeza, tem tudo para que haja uma terceira temporada. Estaremos na espera! Enquanto isso, dentro em breve, o blog volta com as reviews da nova temporada de The Mentalist. Aguardem!

04 setembro 2013

Perception / S02E07E08

S02E07 / Neuropositive

Mais um excelente episódio da série. Contudo, inegável que aqui o destaque foi a descoberta sobre alguns “demônios” pessoais de Dr Pierce, e sua interação com a ilustre visita de sua mãe, ainda que fruto de mais uma de suas alucinações. 

O caso da semana começa com a denúncia de um homicídio de modo bem peculiar e inusitado. Phil Carlson, um suposto paciente terminal de câncer cerebral, confessa ter atropelado, anos antes, uma criança resultando em morte. E em busca de redenção, pede ajuda para encontrar a família da vítima. Ah, Dr Pierce tem de determinar se o tumor pode estar afetando a memória de Phil, ou causando delírios, antes que se efetive a investigação do fato. 

Porém com a notícia de uma cura milagrosa, as coisas mudam de figura. Carlson faz-se de desentendido sobre o assunto, aparentemente com receio de ser preso, e dr Pierce se incomoda com um terapeuta charlatão, o qual acredita ter curado Carlson, pelo fato de aconselhá-lo a livrar-se de suas culpas.
Nesse interím, Carlson é encontrado morto e, em meio às reviravoltas, com direito a descobrir que ele nunca tivera realmente câncer, e que o médico charlatão pretendia escrever um livro – acerca da suposta cura – em parceria com ele e assim talvez, ficar famoso; descobre-se que outro médico, o oncologista, que engatara um breve affair com a agente Moretti, trocara os exames e afim de resguardar sua reputação, prolongara a mentira. No entanto, ao pedir desculpas a Carlson, devido a uma briga, acabara provocando sua morte, ao tentar desarmá-lo. 

Pobre agente Moretti, quando achou que iria encontrar alguém…
Mas como já dito, o destaque foi a descoberta de que Dr Pierce, bem antes de tornar o genial – apesar de esquizofrênico – neurocientista que é, já acreditara em coisas que a ciência não pode explicar. Como por exemplo, tratamentos alternativos para a cura do câncer. Em sua perturbada mente, ele se responsabilizava pela morte de sua mãe, ao convencê-la a parar com a quimioterapia e a ir em busca de promessas “milagrosas” de cura. 

Deveras tocante, a cena em que a “mãe” dele o perdoa, quando fica claro, que ele precisava perdoar a si mesmo, e exorcizar seus demônios para seguir em paz e com tranquilidade. Conforme já dito, e inegável, em Neuropositive, tais aspectos pessoais e emocionais do protagonista é que foram os pontos altos do episódio.

S02E08 / Asylum

Loucura total! O protagonista resolveu dar uma de herói e se internar num hospício. . . Tudo para ajudar Erica Beecher, provável suspeita de um crime brutal – matar a enfermeira com um abridor de cartas – que, na verdade, apenas estava no lugar errado na hora errada. Talvez por receio de que não o deixassem sair de lá, Dr Pierce se utiliza de um pseudônimo. 

Lá, o espectador se depara com o tênue limite entre a loucura e a razão, quando alegações de outros internos, demonstra que há algo mais sinistro. Como o mito de Creak, um “monstro” que daria “tratamento especial” aos pacientes que não cooperassem, utilizando uma broca, no porão. Em particular,  Zoey, cujo descontrole é nítido à mínima menção a Creak. 

Com o auxílio de Sigmund Freud, como a  “ilustre” alucinação da vez, Daniel acaba desvendando tudo. Nada de fantasmagórico ou sobrenatural. Trata-se de Mark, o assistente, que roubava drogas da enfermaria e, acreditava que Zoey o pegara no flagra. Assim, transformou-se em Creak para torturá-la e não fazê-la falar. A enfermeira assassinada o confrontara e, acabara morta. 

Entretanto, Mark não sabia que Zoey tinha um rado distúrbio cujo sintoma é parar feito estátua e supostamente encarar alguém, quando na verdade, ficava perdida em seus próprios devaneios. kate, aqui é a heroína a salvar o protagonista, de ser enforcado, quando ele desmascara o culpado. Ah sim, ela também se encontra numa situação em que se vê obrigada a aceitar a ajuda do ex-marido. Na breve participação, ele demonstra estar realmente a fim de acertar as coisas. 

Contudo, a mensagem que fica é de esperança. Além da aula inicial acerca de otimismo, Dr Pierce faz um sacrifício no intuito de ajudar uma jovem portadora de um grave caso de TOC, e acaba ajudando também a Zoey, além de desvendar um crime cometido por um covarde cujo cinismo o levava a se esconder por trás dos delírios dos pacientes. Destaque para a cena em que Kate repreende o neurocientista por sua atitude. Belo exemplo de uma autêntica amizade!

26 agosto 2013

Desabafos de uma Concurseira

Vamos falar de um assunto pertinente para todo concurseiro e concurseira: bancas examinadoras. Mais especificamente, da comparação entre elas… Que tal dar nome aos bois? Vou me ater a duas das mais conhecidas: Cespe e Esaf. E, se engana caro leitor se acha que vou puxar saco de uma ou outra. Ambas têm suas vantagens e desvantagens.

 Por exemplo, é inegável que não se faz prova de português como o Cespe! Mesmo quem não possui familiariedade com a língua materna, há de concordar. Primeiro, por focar interpretação de texto, segundo porque ela, em regra, não é uma prova com um – ou mais de um – texto gigante, de forma que ao fazer a prova leve-se mais de uma hora apenas ao resolver esta disciplina. Bem, nem precisa falar né? No mínimo se pode dizer que as provas da Esaf são exaustivas e cansativas, com textos enormes, muitas vezes de tema e linguajar difíceis e com (sub)textos enormes nas alternativas A, B, C, D,E para que se encontre o erro, gramatical ou de grafia. 

Ou então um quadro com diversas opções para se completar corretamente uma determinada sentença. Contudo, considero certíssimo a valorização que esta banca dá ao Português. Ora, num país onde avaliações acerca da educação atestam que muitos brasileiros, mal sabem Português e Matemática ao término do ensino fundamental…. é imprescindível selecionar o melhor candidato pelo efetivo e eficaz conhecimento do idioma oficial de seu país. Em outras palavras, Nas provas da Esaf português tem peso 2. Ok, confesso, parte de minha opinião é puramente mesquinha. E por que? Porque tal fato ajuda a elevar minha nota, já que sou boa em língua portuguesa. Já em matemática… 

Mas enfim, nem mesmo isso invalida minha opinião acima. Independente das especialidades exigidas no cargo, uma coisa é fato: é imprescindível saber bem o português. Tal conhecimento faz a diferença, inclusive, na iniciativa privada. Mas, por outro lado, se olharmos a parte de Informática…. Pelo amor de Deus, da onde o examinador tirou a ideia para aquelas questões de informática da prova do PECFAZ 2013? Olha, ao menos fica a dica, na próxima prova da Esaf vou ficar decorando nomes de softwares, de módulos para sistemas operacionais, de como são chamadas certos tipos de sites com podcasts, notícias, vídeos… Por Deus, que conhecimento isso mede? Entendo que num cargo público o servidor tenha que saber o básico, pelo menos, como usar os editores de texto, excel, powerpoint; além de ter conhecimento de Internet, Intranet, segurança e qualidade das informações ou no mínimo, algo que consiga cobrar em teoria, algo que venha a ter utilidade na prática… Tenham piedade, caríssimos examinadores, concurseiros já tem coisas mil para estudar, para ter que ficar perdendo tempo decorando coisinhas que no cotidiano do servidor, não terão utilidade. Ora, hoje em dia, até criança de 2 anos, sai mexendo em tablets e aprendendo a acessar por experimentação e associação, então, haja paciência, ao menos cobrem algo que possa auferir conhecimento!

 E para terminar… Primeiro queria entender o porque de ter cair raciocínio lógico. Mas enfim, se for como no Cespe, ainda vai lá. Mas a Esaf insiste com a mania de cobrar Matrizes, trigonometria, geometria e outros ia, que qualquer ser mortal com ojeriza a matemática fez questão de esquecer…. Até um professor de raciocínio lógico que tive confirmou que isso de matriz não tem utilidade para os meros mortais….. Bem, aqui mais uma vez a vantagem é do Cespe né? Primeiro, tem sempre aquelas sentenças onde você tem que descobrir quem mente, ou de acordo com as sentenças dadas concluir quem é ou faz o que. Geralmente, Esaf e outras colocam no edital raciocínio e cobram matemática pura. 

Que posso fazer? Se acreditasse em reencarnação pediria para na próxima vida vir um crânio em matemática…. O que resta é aceitar que a vida de concurseira não é nada fácil e exige treinamento e disciplina similar ao de um atleta. Ou a uma corrida de obstáculos… Onde, goste-se ou não, não tem jeito, é estudar, estudar, perseverar e persistir até que se alcance o resultado pretendido. Por isso, desabafo feito, vamos seguir na luta. Boa sorte a todos que se encontram nesta árdua luta e, perseverança sempre!

21 agosto 2013

Wolverine Imortal



A Eternidade pode ser uma maldição! Eis o ponto de partida para o pano de fundo de Wolverine Imortal. Não vá ao cinema esperando ver a continuação de X-Men Origens, Wolverine. Os acontecimentos aqui mostrados são posteriores aos de X-Men 3, Confronto Final, quando o herói meio torto mata a sua amada Jean Grey  (Famke Janssen) para salvar a humanidade.

O filme começa com um lado mais introspectivo, demonstrando a vida reclusa e solitária do protagonista, ao perder todo e qualquer referencial e sentido na vida. Possui também um aura mais sombria e soturna que o Origens, contudo sem ser pesado. Como não poderia deixar de ser também, tem bastante e ótimas cenas de ação.

Adaptação do arco de histórias nos quadrinhos em que Wolverine vive no Japão, o filme acerta por focar na essência do herói. Alguém sem nada a temer, que tem forte senso de justiça, assim como uma imensa raiva e um lado violento. Chamado por Yukio (Rila Fukushima) para se despedir de Yashida – um soldado que Logan salvara  na época da Guerra em Nagasaki – lhe é ofertado a aparente solução de seus problemas. Livrar-se do seu poderoso fator de cura e, assim ter uma vida meramente normal e mortal.
Desconfiado que é, Wolverine recusa, mas se vê as voltas com embates contra os membros da Yakusa enquanto tenta proteger Mariko, neta de Yahisda. Obviamente,  que por trás da inusitada e “generosa” oferta, há segundas intenções. O protagonista também de lidar com o fato de estar ficando “fraco” já que a médica mutante (Víbora) o infecta com um “brinquedinho” que neutraliza seu dom de cura.

Se não for fã do mutante mais famoso do Marvel, não crie expectativas de assistir um filme sobre os demais mutantes, – é sempre bom avisar, porque acreditem se quiser, apesar do óbvio pelo título, há quem reclame porque o filme mostrou apenas o Wolverine -  se curte o universo X-Men e todos seus personagens, garante-se: o filme é entretenimento garantido e vale o ingresso. Por falar nisso, um aviso aos apressadinhos de plantão, não se levante de sua cadeira logo ao aparecerem os créditos, sob o risco de perder uma surpresinha fodástica. Obviamente, uma pista de uma provável continuação.

P.S: Adorei a Yukio, Taí uma personagem que deixa o gostinho de quero mais!