01 Fevereiro 2012

Promessas

Mais um ano chegou e junto com ele a triste constatação...
Ah as promessas...
Promessas de vida nova, seja de começar um regime, arrumar o quarto, largar mão da vida sedentária, organizar os estudos e impor disciplinas...
Daí passa dezembro, vem e passa janeiro... e a infeliz constatação é que o tempo passou como areia a se escorrer por entre os dedos, e muito pouco ou quase nada se conseguiu realizar efetivamente...
Aí vem um desânimo, um sentimento ruim de frustração... uma impressão de impotência...
Na metáfora da folha em branco, parece que o lápis nem saiu do lugar...
E convenhamos, esse horário de verão faz aumentar a sensação de tempo perdido a cada milésimo de segundo...
Aí é preciso lembrar que todo dia deve ser encarado como o primeiro dia do resto de nossas vidas!
O passado, se foi, é ou talvez não; uma boa lembrança...
O presente é uma dádiva e como tal deve ser aproveitado 
E o futuro a Deus pertence!
Logo, só nos resta estufar o peito, respirar fundo e dar crédito a única promessa que no momento, nos encaminhará rumo à conquista do que se deseja: a de seguir em frente, perseverante e confiante na direção de nossos sonhos e metas a serem alcançados!

Lilly Soares

P.S: Um feliz 2012, deveras atrasado, aos leitores, e, obrigada por prestigiarem este blog. Não posto diariamente, como deveria ser em um blog, porém, antes postar casualmente e algo com conteúdo, do que apenas engrossar a estatística de banalidades que em geral, circula pela Internet.

25 Dezembro 2011

Feliz Natal!

Desejo a todos meus leitores e leitoras, um Natal repleto de bençãos e que o nascimento de Cristo a ser comemorado, seja o renascimento de nossas vidas para o que tivermos e nos empenharmos em dar de melhor. Aproveito e deixo-lhes um vídeo, com uma música linda, de uma cantora a qual não conheço, mas que nos leva a refletir e pensar: onde está o real significado dos festejos de Natal.


Crédito do Vídeo: YouTube

 Para saber mais sobre a música e a cantora, clique aqui.

16 Dezembro 2011

Fim do Mundo?

Carissimo leitor, não se preocupe. Não se trata de mais um texto alardeante acerca de especulações e teorias estapafúrdias do calendário Maia e sua suposta previsão de fim dos tempos. Mas sim, da mania cada vez mais crescente do Estado de interferir na vida particular em assuntos sem nexo. Ou melhor, é sobre a ingerência do Estado na vida do cidadão comum, querendo dizer como este deve ou não, por exemplo, criar os seus filhos. Ora, câmara dos deputados aprova a denominada Lei da Palmada, que proibirá os pais de educar aos filhos com um jeito mais duro, entenda-se em bom português: palmadas ou castigo físico. Antes, vou esclarecer duas coisas, primeiro: sou totalmente contrária à violência gratuita e injustificada. Segundo: Voltando à realidade, qualquer pessoa com um mínimo de bom senso sabe, que ao se educar uma criança, por vezes, apenas diálogo não basta. Eu mesma levei palmadas, e castigos, e já disse isso aqui, que jamais me deixaram traumas ou pertubações psicológicas e, ao contrário, me permitiram ter limites e respeito de forma a saber que a minha liberdade e direito, acabam quando começa o dos outros.
Será que já não basta a mentalidade de hoje em dia, a individualista, a que prega que todos devem ligar o Foda-se - com o perdão da expressão - e que os demais se danem? Já não basta o ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente - que, tenho minhas suspeitas, foi bolado por legisladores que acreditam viver no reino encantado de Peter Pan, elencando direitos, sem atentar para os deveres. Os jovens que hoje não respeitam nem aos da mesma faixa etária e desrespeitam aos mais velhos e aos pais? Já não chega toda porcaria expressa na mídia, ou onde quer que seja, que ataca a instituição familiar, célula mais importante da vida em sociedade - ou a menos deveria ser - e agora isso? Onde esse mundo vai parar? O que nos restará fazer? Só Deus sabe a resposta...

29 Novembro 2011

Abra a Felicidade

Dezembro vem aí... E com ele, tempo de esperanças, festividades... união. Ok, não me é indiferente quem não se contenta com o natal, e em parte os entendo. Dá dó, ver a cada ano, o real sentido da festividade esquecido, e uma data tão importante ser reduzida a apenas mais um dia para servir ao "deus" consumo, numa socidade - infelizmente - cada vez mais individualista e consumista....
Mas vou preferir enfatizar aquele lado legal, quando tiramos um pouco do nosso cada vez mais corrido tempo, para mandar cartões para velhos amigos, ligar para quem há tempos queremos ligar e ficamos só adiando. Antes mandávamos cartas, cartões...Ligávamos, mesmo que falássemos deveras rapidamente de forma a economizar na conta... Hoje, a revolução tecnológica, nos permitiu encurtar distâncias, pequenos atos... ao mesmo tempo em que, contraditoriamente, nos afastou um dos outros....
Tornou os relacionamentos supérfluos, superficiais... a pessoa sequer tira um tempo para escrever de próprio punho, uma carta, uma poesia, uma declaração...
Em alguns lugares, e juro que não é brincadeira, os jovens se desacostumaram a escrever com lápis e canetas, e na escola tiveram de ser incentivados a escrever do próprio punho; sob risco de não terem como se virar, ao ter de escrever a redação na prova de um vestibular, ou concurso público, porque nessa hora, não tem como digitar...
Mas enfim, vamos ao principal, se quiser contatar um velho amigo, aquele parente que há tempos você não se comunica... e caso, prefira realmente os meios modernos de comunicação, então aproveite a oportunidade de personalizar seu cartão e-mail. Como? Descobri por acaso, no site da Coca Cola, onde clicamos para mandar um globo de Natal... Lá se escolhe um cenário, um ou quatro - no total - de bonequinhos, onde podemos botar o nosso rosto e os dos amigos ou familiares que queremos lembrar com carinho... Ok, ok, a Coca não tem interesse genuinamente altruísta, nem quer somente espalhar o tão proclamado espírito de natal - não sou tão ingênua assim - mas.... Conhecemos o velho ditado: Se não pode vencer o inimigo, junte-se a ele. Ignora a propaganda, o viés consumista e, use esse cartão criativo, que pode ser personalizado, deseje de coração a quem gostar, imbuído do autêntico espírito de Natal, espalhe amor e - vou pegar emprestado o slogan da Coca - Abra a felicidade, ao menos aos que lhe são mais caros...


Lilly Soares

06 Outubro 2011

Muito Barulho Por Nada


Recentemente andou se discutindo por aí, qual seria o teor de determinada propaganda de uma famosa marca de lingerie. Trata-se da propaganda comercial da Hope, onde a modelo brasileira de sucesso internacional, Gisele Bundchen aparece de lingerie, como sendo a "forma correta" de comunicar ao marido que teria feito algo errado. E pasmem, em pleno século XXI, a secretaria de políticas para as mulheres pede a censura da propaganda por considerá-la sexista e ofensiva às mulheres. É de rir para não chorar, de tanta hipocrisia! Há anos que a mulher vem sendo retratada como mero objeto de desejo em propagandas de cerveja e nada. Hoje em dia, com a banalização da sexualidade, o que mais se vê em novelas, onde se supervaloriza a sexualidade e, na maior parte das vezes, tanto os personagens masculinos quanto os femininos são mostrados como objetos de desejo... E criam uma polêmica sobre uma propaganda que tão somente, mostra o comportamento de algumas pessoas na realidade. E com certeza, para a mulher que não tenha tal comportamento, a propaganda fica como uma peça publicitária que não pode, nem deve, ser levada assim tão a sério. Assim como, ao meu ver, foi ridículo proibirem a propaganda da cerveja Devassa, com a atriz e modelo Paris Hilton. Ora, qualquer pessoa minimamente informada, sabe que ela tem comportamento devasso mesmo, e que a propaganda estava associando a imagem da Hilton à "qualidade" de devassa, não era, e nem tinha como ser entendida como uma ofensa às demais mulheres, que com certeza sabem muito bem sua diferença de comportamento, em relação a atriz supracitada.  Engraçado como em relação às discriminações que o sexo feminino sofram, tem coisas mais importantes a serem consideradas, do que se preocupar em censurar propagandas de TV, ou mesmo novelas. Várias pesquisas comprovam que apesar de toda as conquistas, ao longo dos séculos, das mulheres, no mercado de trabalho, pela mesma função, elas ainda recebem menos que os homens. Isso é um ponto relevante a ser debatido e resolvido, muito mais do que o patrulhamento ideológico, disfarçado de preocupação com o politicamente correto. Para toda mulher que se garante, sabe de seu valor e da importância das conquistas das mulheres, não vai ser apenas mais uma propaganda dentre tantas que apelam para o seu poder de sedução, que irá abalar a sua autoestima e respeito.

21 Setembro 2011

Sobre Redes Sociais

Detesto a máxima: ah mas todo mundo faz...
Ou então ainda pior, dizem que ninguém faz...ou ninguém usa...
Mas quem é todo mundo? E quem é ninguém?
Bem, é que é muito chato, extremamente chato, ter de se sentir de vez em quando um et, ou alguém incomodo sempre do contra, só porque você não "reza" de acordo com a cartilha de uma maioria...
Ok, vou me explicar. Sabe-se que tem grande apreço público as ferramentas conhecidas como redes sociais. Conforme a expressão bem diz, no plural: REDES SOCIAS, várias, diversas, muitas... e qual mais palavra aqui para além da redundância que possa explicitar: Mais de uma!
Não importa se é Orkut, Twitter, Facebook, X, Y ou Z. Importa que existem várias e cada um cabe escolher a que melhor lhe convier, ou se preferir: estar em todas.... e ter, ainda que virtualmente apenas, um milhão, ou pouco mais ou menos de "amigos". A questão é: A quem cabe decidir qual a melhor? Qual a da vez? Quem é o que? Ou não é, dependendo de qual rede social for utilizada. Sinceramente? Acho que a fase empolgação com as redes sociais já passou faz tempo! Quem ainda as exalta, em grande parte, é quem gosta de bisbilhiotar fofocas da vida alheia - ok, tem gente que faz um uso mais sério ou mesmo útil, mas que é a minoria é - e ainda se tem de ficar ouvindo que você é antenado ou não, descolado ou não, massa, genial, da vez, da hora... ou seja lá qual for a gíria ou a expressão da vez; dependendo de se você tem conta no Facebook ou não? Me poupem! E me perdoem o desabafo. Nada contra quem tenha facebook. Já disse e repito: A cada um que caiba escolher a rede social que lhe convém! Mas que saco isso, de te olharem enviesado, torto, como se você fosse uma aberração, um louco, um desvairado, ou qualquer termo pejorativo que o denigra, "só" porque você optou, repito para enfatizar: OPTOU por não ter Facebook. Sinceramente? Antes mesmo dele surgir, já tinha enjoado de redes sociais e deletado o Orkut, para o qual voltei, a pedido de amigos que pasmem, nunca me deixam sequer um mísero scrap, e agora a cada modismo de nova rede social, vai-se criar um novo perfil, só para ser apenas mais um dentre todo mundo que usa a rede da vez? Sim, porque, um bando de gente após o discurso de preferir o Orkut porque tinha mais brasileiros, resolveu debandar para o Facebook, coincidentemente ou não, após o filme: A Rede Social. Pior, jogam na sua cara: Ah, não perdemos contato, você que teima e não criar perfil no Face. Ou então você vai deixar um scrap de parabéns a um amigo seu e no perfil tem os dizeres: Agora só respondo no Facebook. Caramba! Então deixe de ser preguiçoso e ao menos delete seu antigo profile Orkut, garanto que sua mão não irá cair. Porque também é um saco, seus amigos terem de criar um novo perfil para falar com você, porque você desfaz de seu perfil antigo, deixando-o existir, porém inativo como um fantasma. Nem todo mundo tem tempo e disposição para ficar horas a fio na Internet só dispensando tempo com superficialidades em determinadas redes sociais. Além disso, existe comunicação além rede social, alguns se esquecem, mas há e-mail, MSN, Skype...
Basta de desculpas esfarrapadas. Eu é que não vou ficar criando zilhões de perfis, a cada nova modinha, porque todo mundo - a maldita máxima todo mundo - mudou ou pretende mudar... Podem me rotular de Do Contra. Prefiro pensar que tenho personalidade. Rede Social, só as que já tenho e uso, como o Skoob - essa sim, de algo interessante e quase ninguém fala acerca dela - onde se troca informações sobre livros que se leu e que outros leram. Uso o dihITT, uma rede social de blogueiros para trocar links e informações. Ah, sim, e o Twitter, mas não para informar toda e qualquer bobagem sobre minha vida, como alguns erroenamente fazem, mas para divulgar as postagens dos meus 3 bloggers. Ah e o Orkut, risos só o mantenho, porque minha amiga me mostrou um joguinho que de vez em quando aproveito para passar o tempo.... Do mais, chega, basta! Já tenho atividade demais na Internet; e também meus demais afazeres da vida real, que ao meu ver, ainda é muito melhor e mais importante que as relações virtuais!